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Terceira edição do “Tô na Feira” confirma sucesso do projeto

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Grace Souza
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Sucesso confirmado pelos agricultores e colaboradores do Complexo, o projeto Tô na Feira foi realizado pela terceira vez no Centro Administrativo de Suape nesta quinta-feira (05/4), das 9h às 15h. Participaram agricultores familiares e artesãos das comunidades e assentamentos rurais inseridos no território de Suape. O mix de produtos fabricados e cultivados pelos próprios participantes englobou frutas, hortaliças, artesanatos, bebidas, lanches, raízes e cosméticos.

Foram montadas 19 barracas com produtos selecionados especialmente para a feira. Os agricultores da Associação Boa Vista 2 Irmão Tito, Amaro Francisco e Jailson Severino vieram conhecer o projeto para participar da próxima edição do Tô na Feira, trazendo um grupo da associação para aumentar a oferta de mercadorias. Os agricultores atenderam ao convite da Coordenadoria de Assistência Social de Suape, vinculada à Diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio, que coordena a feira.

As empresas do Complexo também marcaram presença. Os colaboradores da M&G Polímeros Brasil Sebastião Netto, Patrícia Ferraz, Tarcísio Falcão e Lucas Grizzi participaram pela primeira vez e aprovaram a iniciativa. Para Netto, que veio do interior do estado, “os produtos são maravilhosos, com preços acessíveis. É um incentivo para mudar a alimentação da nossa família e adotar alimentos mais saudáveis”.

Feira MeGAssim como os colegas da M&G, o colaborador da LM Wind Power Alexandre Seixas estreou na feira, mostrando entusiasmo e interesse na ação. Para Cláudia Arruda, analista da Coordenadoria de Recursos Humanos de Suape, os produtos são bem conservador e com uma ótima aparência. “Tem muita coisa para comprar. Estou levando feijão verde, creme verde e ervas. São itens orgânicos e frescos, diferente dos que a gente encontra em supermercado”, comentou.

O creme verde, produzido a partir de ervas, foi um dos destaques da feira. A artesã Eliete Silva, que integra o projeto Quintais Produtivos, em Gaibu, explicou que a mistura é feita com alecrim, manjericão e hortelã (todos cultivados em seu próprio quintal) temperados com limão, azeite, sal e açúcar. A pasta pode ser servida com pães, torradas, bolachas ou usada como tempero para carnes e frangos, por exemplo.

Nesta terceira edição, participaram os agricultores e artesãos do Engenho Massangana, Vila Claudete, Vila Cêpovo, Vila Nazaré, Praia de Gaibú, Assentamento Rural Valdir Ximenes, Assentamento Bruno de Albuquerque Maranhão e alguns residentes de outras comunidades do Cabo de Santo Agostinho. A animação da feira ficou por conta do grupo de samba Pegada Maneira.

IDEIA - A atividade surgiu necessidade de fortalecer a relação com os moradores locais e desenvolver a sustentabilidade ambiental e social dos residentes no território. A ação, coordenada pela Diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio, conta com o apoio das coordenadorias de Assistência Social, Comunicação, Gestão Fundiária e Condominial, e Diretoria de Administração e Finanças de Suape.

CRONOGRAMA – As próximas edições do Tô na Feira já tem data marcada. Confira abaixo o calendário e participe!

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Suape registra aumento de 78% na movimentação de veículos em fevereiro

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Grace Souza                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

Destaque no Porto de Suape em 2017, a movimentação de veículos continua crescendo e registrou 78% de aumento em fevereiro deste ano, comparando-se com o ano anterior. Foram 6.825 automóveis no mês, contra 3.830 unidades em fevereiro de 2017. No primeiro bimestre, o aumento foi de 54%, somando o total de 10.274 veículos.

O crescimento na movimentação do Porto reflete positivamente na balança comercial do Estado. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), os veículos automotores lideram a lista dos principais produtos exportados em Pernambuco, com participação de 29,54% nas exportações em 2018 (janeiro e fevereiro), acumulando US$ 54,3 milhões em vendas para automóveis com até 6 passageiros e 18,2% de aumento. No caso dos veículos com motor a diesel (com menos de 5 toneladas), as vendas externas chegaram a US$ 33,5 milhões (+11,28%).

No ano passado, a movimentação de veículos pelo Porto de Suape foi o grande responsável para o Estado atingir o recorde de US$ 1,9 bilhão em exportações, crescendo 38,4%. Em 2017, Suape registrou o recorde de movimentação de 80.080 automóveis (+46% em relação a 2016).

Para ampliar a produtividade do Pátio Público de Veículos de Suape, que tem área de 18,3 hectares e capacidade para suportar 250 mil carros por ano, o Governo Federal anunciou a inclusão do projeto de arrendamento do local no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

O arrendamento será em modelo brownfield, com infraestrutura já construída. O novo arrendatário vai concluir todo processo de alfandegamento, garantindo produtividade e ampliando a oferta de serviços prestados na estrutura. A expectativa é que o contrato seja assinado no primeiro trimestre de 2019, após a conclusão de todos os trâmites previstos no PPI.   

Atualmente, as montadoras FCA (Jeep e FIAT), Volkswagen, Toyota e GM usam o Porto de Suape para importar e exportar seus veículos.

DEMAIS CARGAS
O somatório das cargas movimentadas no Porto de Suape, em fevereiro, alcançou 15% de aumento em relação ao mesmo mês de 2017. Passaram pelo porto 1.787.332 toneladas de produtos contra 1.550.929 toneladas em fevereiro de 2016. O crescimento foi puxado pelos granéis líquidos, sobretudo combustíveis e óleos minerais, que chegaram a 1.340.329 toneladas e 24,3% de aumento.

Tecon 2 e arrendamento do Pátio de Veículos incluídos no PPI

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Jéssica Lima
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O Governo Federal anunciou, nesta segunda-feira (19), a inclusão de novos projetos do setor portuário no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A medida contempla diretamente o Porto de Suape, que entra nesse pacote com a licitação de dois projetos: o segundo terminal de contêineres (Tecon 2), no modelo greenfield, ou seja, totalmente novo, e o arrendamento do Pátio Público de Veículos, em modelo brownfield, com infraestrutura já construída.

O Conselho de Ministros do Programa se reuniu durante a tarde para deliberar sobre a pauta e calendário das novas licitações. Com o ingresso no programa, os projetos passam a ter acompanhamento direto e interministerial do Governo Federal, cujas próximas etapas contemplam: conclusão da modelagem dos estudos e do certame, apreciação em audiência pública e avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU), previstos para acontecer no 2º e 3º trimestre/18, respectivamente/18. Ainda segundo o governo, a previsão é lançar os editais de licitação dos projetos no 3º trimestre de 2018 e o leilão no 4º trimestre/18. Os contratos devem ser assinados no 1º trimestre de 2019.

O Tecon 2 é o principal projeto em andamento conduzido por Suape, com investimentos privados que devem chegar a R$ 1 bilhão. “Adiantamos a conclusão dos estudos e entregamos em novembro, ao Governo Federal, o projeto atualizado. A inclusão deste projeto no PPI é resultado deste passo a frente que demos”, complementou, Marcos Baptista, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape.

O empreendimento será instalado em uma área com 900 metros de cais (com dois berços para atracação) e com uma retroárea de 250 mil m², com possibilidade de expansão. O terminal terá capacidade projetada para movimentar entre 1 e 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida equivalente a 20 pés) por ano. Somada à atual capacidade do Tecon Suape, o porto poderá movimentar até 1,7 milhão de TEUs/ano.

Em 2017, Suape movimentou 460.769 TEUs, recorde na história do porto. A ideia é que, com o Tecon 2, o atracadouro possa alcançar a marca de 1 milhão de TEUs operados/ano até 2030.

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Já o Pátio Público de Veículos terá novo arrendatário, que concluirá todo processo de alfandegamento, garantindo produtividade e ampliando a oferta de serviços prestados na estrutura. Em 2017, a movimentação de veículos alcançou a maior marca já registrada em Suape com 80.080 automóveis (+46% em relação a 2016). O investimento privado previsto é de R$ 10 milhões.

“Com a inclusão no PPI, nossos projetos ganham força e passam a ser reconhecidos nacionalmente como de extrema importância para o país. Agora, é seguir os ritos e caminhar para tirá-los do papel”, acrescentou o presidente.

Em andamento
O porto pernambucano já possui dois outros projetos em andamento no PPI: o Terminal de Açúcar da Agrovia do Nordeste e a ampliação do parque de tancagem de graneis líquidos da empresa italiana Decal.

A Agrovia solicitou ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC) e à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a habilitação para movimentação de novas cargas de grãos vegetais, como malte, cevada, milho, arroz, trigo e afins. O aditivo contratual tem previsão para junho de 2018. Um novo investimento de R$ 40 milhões servirá para construção de seis novos silos para armazenagem dos grãos. A Agrovia tem capacidade de armazenagem de 750 mil toneladas/ano em retroárea de 7,25 ha (72.500m²) no Cais 5 do Porto de Suape.

Já a expansão do parque de tancagem da Decal tem investimentos de R$ 282,9 milhões. A iniciativa contemplará a construção de oito novos tanques de armazenamento de graneis líquidos. O atual terminal da Decal tem 12 tanques e capacidade de armazenar 156 mil m³ de combustíveis, derivados de petróleo e outros produtos. Com a expansão, a empresa passará a ter capacidade de comportar até 391,8 mil m³.

Trilha ecológica no Parque Armando de Holanda marca Dia Mundial da Água

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Jéssica Lima
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Em comemoração ao Dia Mundial da Água, comemorado neste dia 22 de março, a Empresa Suape levou um grupo de colaboradores para conhecer paisagens exuberantes e ter contato direto com parte da história de Pernambuco. Na última quarta-feira (21), funcionários participaram de uma trilha ecológica na Vila Nazaré, localizada no Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti, patrimônio cultural tombado, onde está o conjunto histórico de Vila Nazaré do século XVI.

A ação foi coordenada pela Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade por meio da Coordenadoria de Educação Ambiental e Responsabilidade Socioambiental.

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Dentro da Vila, os visitantes puderam conhecer a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré e o Convento Carmelita, tombados pelo Iphan e considerados patrimônios históricos nacionais.  A trilha ecológica também permeou a visita as ruínas da antiga casa do Faroleiro. “O local é de peculiar beleza e tem forte potencial para o turismo, pela sua história e, por ser ponto geomorfológico, resultante da separação dos continentes e por estar próximo à Baía de Suape”, comentou, Ricardo Barbosa da Silva, biólogo da empresa Suape.

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Há ainda, no entorno de Vila Nazaré, outros patrimônios históricos como a Bateria de Calhetas, o Forte de São Francisco Xavier de Gaibu; o Casario da Vila de Nazaré e o Engenho Massangana. Na região, ainda pode-se encontrar o Forte Castelo do Mar; o Quartel Velho e as Ruínas das Baterias de São Jorge I e II. São 270 hectares de área, onde se destacam ainda as praias de Calhetas e Paraíso, no território do Cabo de Santo Agostinho.

“É uma vista impressionante e, aconselho a quem não visitou ainda, que venha! Me orgulho em saber que temos acesso e participação nesse espaço tão importante, que faz parte do território de Suape”, reforçou, Taneha Thais dos Santos, técnica topográfica da empresa Suape.

P materia do site

PROTEÇÃO
A proteção municipal do Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti foi instituída pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Cabo de Santo Agostinho, Lei Municipal N° 2.360, de 29 de dezembro de 2006, e também pelo Plano Diretor de Suape (Decreto Estadual N°37.160/11).

HISTÓRIA
Documentos históricos que remetem aos tempos dos Novos Descobrimentos, a exemplo da narrativa do historiador espanhol Herrero, descrevem que em 26 de janeiro de 1500, o espanhol Vicente Yañes Pizon, foi o primeiro navegador europeu a ancorar em terras brasileiras, antecedendo em três meses o português Pedro Álvares Cabral. Pinzón acompanhado por Diogo Lopez, cruzaram mares sob os auspícios dos reis católicos D. Fernando e D. Isabel, e ao alcançarem essas terras, em homenagem à protetora das embarcações, a nomeou de ‘Santa Maria de la Consolatión’.

A expedição que percorreu detidamente o território brasileiro e determinou suas latitudes foi a armada de Américo Véspúcio (1501-1502), que em suas cartas à Corte, descrevia o Cabo de Santo Agostinho como o acidente geográfico de maior importância para os navegantes do século VXI, em suas rotas no Atlântico Sul. O Cabo logo se tornou um dos lugares mais conhecidos dos pilotos que buscavam os caminhos das índias orientais e do Brasil desde o século XVI. Nenhum mapa deste período deixava de mencionar este acidente geográfico.

Com a ocupação portuguesa e a exploração das terras com a monocultura da cana, rapidamente o porto natural de Suape se transformou em ponto importante para o escoamento do açúcar. Desde a instalação de engenhos na região que lá aconteciam o carregamento e descarregamento das embarcações, das mercadorias que chegavam e do açúcar que saía, registrando-se algumas casas onde se instalavam agente de negócios.

A excelente localização do Porto e sua utilização anterior fizeram com que os luso-brasileiros, em 1630, com a perda de Recife e de Olinda para as armas da Companhia das Índias Ocidentais, estabelecessem em Suape seu ancoradouro principal. Ali era feito o embarque do açúcar para o Reino, e por ali era abastecida a Capitania em armas e munições, em obediência ao Conselho Ultramarino, que mais tarde determinaria que os navios que partiam de Portugal com destino a Pernambuco viessem direto ao Porto de Nazaré. Esses motivos fizeram do Porto de Suape e toda a região do Cabo, depois do Recife, a área mais fortificada de Pernambuco.

Novas vagas abertas para cursos do Projeto de Educação Ambiental

Oficina Ecopedagogica dentro da materia

Por Jéssica Lima
 
A administração do Complexo Industrial Portuário de Suape convoca os interessados em participar dos cursos de Pedagogia Ambiental, oferecido pela Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, por meio do Coordenadoria de Educação Ambiental e Responsabilidade Socioambiental. São 60 vagas ofertadas, distribuídas entre a Oficina de Restauração Florestal (20 vagas); Curso de Educação Ambiental Para Preservação do Nascer das Águas (20 vagas) e, Curso Livre de Educação Ambiental (20 vagas).  

As inscrições seguem até o preenchimento das vagas oferecidas gratuitamente e deverão ser feitas pelo link (www.suape.pe.gov.br/pt/meio-ambiente/educacao-ambiental/projeto-pedagogia-ambiental). Dúvidas podem ser esclarecidas no e-mail (This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.) ou pelo telefone: (81) 3527-5088. Podem se inscrever participantes com mais de 16 anos e com formação mínima a partir do Ensino Médio. Os alunos passarão por um processo de seleção e serão escolhidos de acordo com o perfil para cada curso.  
 
Os interessados deverão ficar atentos ao calendário e as datas para não perderem a oportunidade. As inscrições do Curso Livre de Educação Ambiental se encerram no dia 3 de abril e as aulas acontecerão no período de 4 de abril a 2 de maio (toda quarta-feira). Já as aulas da Oficina de Restauração Florestal – Mata Atlântica, têm início em 5 de abril e vão até 3 de maio (toda quinta-feira). As aulas do Curso Educação Ambiental para Preservação do Nascer das Águas começam em 10 de abril e seguem até 15 de maio (toda terça-feira). Cada aluno receberá certificado e material didático digital, transporte com saída do Centro do Cabo de Santo Agostinho e do Centro de Ipojuca.
 
Os cursos integram o Programa de Educação Ambiental de Suape, que vem sendo desenvolvido em atendimento ao EIA-RIMA Suape, à Política Nacional de Educação Ambiental, ao Programa Nacional de Educação Ambiental e ao Programa Estadual de Educação Ambiental de Pernambuco. Os conteúdos programáticos dos cursos e as oficinas estão relacionados ao desenvolvimento da educação ambiental com enfoque nas questões socioambientais, conservação ambiental e recuperação dos recursos naturais de Suape.
 
Serviço
Os interessados devem acessar o link ((www.suape.pe.gov.br/pt/meio-ambiente/educacao-ambiental/projeto-pedagogia-ambiental) ou tirar dúvidas no e-mail: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
Local: Centro de Treinamento do Complexo Industrial Portuário de Suape – Cetreino
Endereço: Rodovia PE-60, KM 10, Engenho Massangana, Ipojuca-PE (ao lado do Empresarial Porto de Suape)
Mais informações: (81) 3527-5088
Transporte: Cabo de Santo Agostinho (parada de ônibus em frente a calçada da Justiça do Trabalho, às 08h30) e Ipojuca (parada de ônibus ao lado do Posto de combustível Petrobrás da entrada de Ipojuca, às 08h50).

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