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Instituto Hippocampus apresenta balanço do monitoramento da ocorrência de cavalos-marinhos em Suape

Em 48 saídas, realizadas durante o projeto, foram registradas 162 visualizações da espécie   nos Estuários dos Rios Tatuoca e Massangana e na Ilha de Cocaia

 

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O Instituto Hippocampus, entidade sem fins lucrativos que atua há mais de 25 anos na preservação do cavalo-marinho, apresentou, nesta terça-feira (12), balanço do convênio firmado no final de 2020 com o Complexo Industrial Portuário de Suape, para o monitoramento da espécie, que se encontra ameaçada de extinção. O resultado foi apresentado em uma videoconferência que contou com a presença de representantes de diversas instituições e órgãos ligados à preservação ambiental. Além do monitoramento, ao longo do ano passado, pouco mais de 34 mil alevinos foram reproduzidos no laboratório do Hippocampus e liberados nos estuários dos Rios Massangana, Tatuoca e Maracaípe.

A exposição foi comandada pela bióloga Rosana Silveira, coordenadora do projeto. Na área de Suape, foram encontrados cavalos-marinhos nos estuários dos Rios Tatuoca e Massangana e na Ilha de Cocaia. Foram realizadas 48 saídas de campo e, considerando os três pontos monitorados, a especialista registrou 162 visualizações do animal durante o período de estudo (84 em Massangana, 41 em Cocaia e 37 em Tatuoca). Não foram encontrados cavalos-marinhos nos Estuários dos Rios Merepe e Ipojuca nem nos arrecifes da Praia de Muro Alto, os outros três locais de prospecção abarcados pela pesquisa.

Todos os cavalos-marinhos encontrados pertenciam a espécie Hippocampus reidi. Nesse período, foi possível estudar aspectos como a estrutura populacional, a relação peso x altura, a densidade populacional, a altura média de formação da bolsa incubadora, o período reprodutivo, a coloração e outros parâmetros. Também foram feitas análises sobre os impactos causados nos animais pela mancha de petróleo que atingiu toda a costa brasileira em agosto de 2019.

"Além de todo esse trabalho de pesquisa, nós realizamos a soltura de cavalos-marinhos recém-nascidos nos Estuários do Rio Massangana e do Rio Tatuoca. Acredito que o projeto está contribuindo de maneira definitiva para a preservação da espécie na área de Suape e em suas adjacências", afirmou a bióloga Rosana Silveira. O programa funciona, atualmente, no Centro de Treinamento de Suape, nas proximidades do prédio sede da estatal portuária.

 

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INSTITUIÇÃO

O Instituto Hippocampus é Instituição de direito privado sem fins lucrativos fundada em 1995, com o nome de Laboratório de Aquicultura Marinha (Labaquac). Em 2016, o estatuto do Labaquac foi reformulado e passou a denominar-se Instituto Hippocampus, direcionando as atividades de pesquisa científica, educação ambiental e direitos humanos e está constituído de uma assembleia geral, um conselho administrativo e um conselho fiscal. A entidade é registrada no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (CNEA). O Instituto trabalha em parceria com diversas universidades, como a UFPE, UFRPE, UEFS-BA, UFS, Usba, Unesp e Unisanta, além de órgãos ambientais municipais, estaduais e federais. 

O Hippocampus é integrante ainda da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). O trabalho da instituição tem foco em subsidiar políticas públicas. Para tanto, busca, por meio de mergulhos de prospecção e monitoramento de cavalos-marinhos, em vários locais do Brasil, mapear e compreender o estado de conservação das espécies, fazendo estudos populacionais que incluem a genética dessas populações. As abordagens sociais são voltadas para projetos de educação, alimentação e geração de renda, buscando a auto sustentabilidade das comunidades inseridas nas áreas onde o projeto é realizado.

Antaq promove leilão nesta quarta para arrendamento de Terminal Granéis Sólidos de Suape

A área a ser licitada tem 72 mil metros quadrados e fica localizada na retroárea do Cais 5. Será destinada à movimentação de granéis vegetais, granéis minerais e carga geral

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O Porto de Suape deve dar mais um importante passo no processo de diversificação de cargas em suas operações. Na tarde desta quarta-feira (30), acontecerá na B3, em São Paulo (SP), o leilão do Terminal de Granéis Sólidos de Suape (TGSS), equipamento localizado na retroárea do Cais 5, em um espaço de 72 mil metros quadrados. O projeto deverá render, nos próximos meses, investimentos da ordem de R$ 59,8 milhões ao atracadouro pernambucano. O edital de licitação foi anunciado no início de março pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O valor mínimo de outorga será de R$ 1,00. Além de Suape, o leilão contemplará arrendamentos nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR).

 

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O terminal a ser licitado, atualmente sob contrato de transição à empresa pernambucana M&G São Caetano, foi projetado para movimentar e armazenar granéis vegetais e minerais, e carga geral. O prazo contratual será de 25 anos, com celebração de contrato previsto neste ano e início das operações em 2024. A área está localizada no porto interno de Suape, na margem oposta ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

A futura empresa arrendatária deverá realizar investimentos para que o terminal seja dotado de capacidade estática mínima total de 12 mil toneladas, além da aquisição de sistemas de recepção rodoviária, sistema transportador de correias e equipamentos equivalentes para garantir a produtividade (prancha média geral) de 549 t/h (toneladas por hora) e 128 t/h, para a movimentação de coque de petróleo e açúcar ensacado, respectivamente.

 

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“O Complexo Industrial Portuário de Suape vem passando por um importante momento de desenvolvimento, o que nos coloca com perspectivas positivas de grandes projeções econômicas na operação portuária e, sobretudo, na geração de novos postos de trabalho. Sem dúvida, o terminal de granéis sólidos está integrado a este momento de crescimento. Isso porque estamos falando na capacidade de Suape aumentar sua movimentação de carga e armazenagem de produtos que são importantes matérias-primas da produção industrial do País, como o milho, feijão, cevada, malte e fertilizantes”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio.

“Com este novo arrendamento, Suape vai dar um passo importante para diversificação de cargas e aumento significativo na movimentação portuária. Hoje, já há uma grande demanda para produtos como coque de petróleo e açúcar ensacado e a nossa expectativa é que o leque seja ampliado para novos granéis como a barrilha, matéria prima para a fabricação do vidro”, pontua o diretor-presidente da estatal, Roberto Gusmão.

 

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Regularizado e cumprindo todas as exigências de licenciamento ambiental, o TGSS funciona por meio da operação do shiploader, equipamento portuário utilizado no transporte de granéis dos armazéns para os navios. O terminal voltou a operar desde junho do ano passado. O espaço foi oferecido para contratação sob o regime de transição após a devolução da área pela Agrovia do Nordeste e autorização da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA). A M&G São Caetano participou do chamamento público em 2020 e ofereceu o maior preço do certame transitório. O terminal tem capacidade para movimentar de 500 a 600 mil toneladas de carga por ano. O certame será transmitido ao vivo pelos seguintes endereços eletrônicos: https://www.tvb3.com.br e https://www.youtube.com/c/CanalANTAQ.

Consórcio liderado por empresa pernambucana arremata Terminal de Granéis Sólidos de Suape

Grupo formado pela Agemar, Loxus e Marlog vai explorar o equipamento por um período de 25 anos. Investimentos devem chegar aos R$ 59,8 milhões

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Thiago Neuenschwander
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O Porto de Suape dá início a uma nova e promissora etapa em suas operações de granéis sólidos. Na tarde desta quarta-feira (30), o consórcio SUA Granéis, formado pelas empresas Agemar, Loxus e Marlog, tornou-se o novo arrendatário do Terminal de Granéis Sólidos de Suape (TGSS) e vai explorar o equipamento por um período de 25 anos. O TGSS está localizado na retroárea do Cais 5, em um espaço de 72 mil metros quadrados. O projeto deverá render, nos próximos meses, investimentos da ordem de R$ 59,8 milhões ao atracadouro pernambucano. O edital de licitação foi anunciado no início de março pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

O espaço foi projetado para movimentar e armazenar granéis vegetais e minerais, e carga geral. A celebração do contrato está prevista para este ano e o início das operações, em 2024. A área está localizada no porto interno de Suape, na margem oposta ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A futura empresa arrendatária deverá realizar investimentos para que o terminal seja dotado de capacidade estática mínima total de 12 mil toneladas, além da aquisição de sistemas de recepção rodoviária, sistema transportador de correias e equipamentos equivalentes para garantir a produtividade (prancha média geral) de 549 t/h (toneladas por hora) e 128 t/h, para a movimentação de coque de petróleo e açúcar ensacado, respectivamente.

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Presente no leilão, o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão, cumprimentou a plateia em nome do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e do secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Julio. Gusmão comemorou o desfecho positivo do certame e reforçou que o novo arrendamento deverá incrementar as operações. “Suape vai, daqui a cinco anos, triplicar sua movimentação, e se estabelecer como um dos mais movimentados do Brasil e o principal do Norte/Nordeste. Estamos muito satisfeitos com todo o apoio da Secretaria Nacional de Portos e do Ministério da Infraestrutura para este ato. Quero cumprimentar de forma calorosa o grupo pernambucano que teve a oportunidade, junto com duas outras empresas, de conseguir arrematar esse empreendimento. Contem com Pernambuco para qualquer tipo de investimento”, discursou.

"O leilão realizado na B3 hoje em São Paulo permite que Suape tenha um terminal com investimentos de R$ 59,8 milhões. Um terminal já existente que terá uma operação prevista, em seu primeiro ano, de 570 mil toneladas, gerando 100 empregos diretos. Tudo isso aumenta a potencialidade de Suape como hub no Nordeste. O terminal gera também receita fixa de R$ 3 milhões, mais uma receita variável, permitindo o porto movimentar açúcar, barrilha e outros granéis sólidos, ampliando as possibilidades", salientou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, que também esteve presente no leilão.

INCREMENTO

Para o diretor de Planejamento de Suape, Francisco Martins, o arrendamento amplia as possibilidades de negócios. “É uma conquista que deve ser celebrada. Suape terá um novo parceiro que deverá intensificar a movimentação de granéis sólidos e diversificar as operações nos próximos 25 anos. Já temos uma demanda importante para produtos como coque de petróleo e açúcar ensacado e a nossa expectativa é de que o leque seja ampliado para novos granéis. Esperamos que a novidade possa gerar novos negócios, investimentos e mais empregos para a região”, avaliou Martins.

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“O Consórcio SUA Granéis é constituído de três empresas com know how no transporte de coque verde de petróleo, que é a carga principal desse contrato. Já vínhamos estudando esse terminal há mais de dois anos, desde que ele entrou na EPL (Empresa de Planejamento e Logística do governo federal) e TCU (Tribunal de Contas da União). Acompanhamos todos os trâmites. Foi um trabalho de dois anos e hoje saímos muito felizes com o resultado. Há muito trabalho a fazer e desafios pela frente. Temos a expectativa de dobrar essa produção de coque com o segundo trem da Refinaria Abreu e Lima e acreditamos que teremos bastante êxito nos próximos 25 anos", ponderou o representante do consórcio, Manoel Ferreira Neto.

Antes do arrendamento desta quarta-feira, o espaço se encontrava, sob contrato de transição, com a empresa pernambucana M&G São Caetano, que permanecerá no terminal até o fim do ano. O equipamento foi oferecido à companhia após a devolução da área pela Agrovia do Nordeste e autorização da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA). A M&G São Caetano participou do chamamento público em 2020 e ofereceu o maior preço do certame transitório. O terminal tem capacidade para movimentar de 500 a 600 mil toneladas de carga por ano. Regularizado e cumprindo todas as exigências de licenciamento ambiental, o TGSS funciona por meio da operação do shiploader, equipamento portuário utilizado no transporte de granéis dos armazéns para os navios. O terminal voltou a operar desde junho do ano passado.

ELOGIO

“Gostaria de parabenizar a equipe de Suape, aqui representada pelo diretor-presidente Roberto Gusmão. Estive há poucos dias em Suape e pude ver a competência e a seriedade com que têm sido tocadas as pautas prioritárias do porto, a agenda de automação, a agenda ESG (sigla em inglês para gestão ambiental, social e corporativa). Fico orgulhoso de ver uma autoridade portuária que não é gerida por uma companhia federal, mas que, no âmbito do Estado de Pernambuco, tem tido a visão da importância de ter gente competente à frente de nossas empresas e é muito natural que os resultados apareçam”, pontuou o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, presente no evento.

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A movimentação de granéis sólidos no Porto de Suape apresentou importante incremento em 2021, em comparação aos números do ano anterior. No total, foram movimentadas 719.174 toneladas de produtos contra 588.202 toneladas em 2020, um acréscimo de 22,3%. Trigo e coque de petróleo foram os dois principais granéis movimentados.

EMPRESAS

Com expertise acumulada em operações logísticas de alta complexidade, a Agemar realiza transporte marítimo de combustível e de cargas em geral, garantindo agilidade e maior economia a partir de um eficiente sistema de utilização de cargas, aplicado desde a recepção até o destino. Com as devidas autorizações legais, pela Antaq (Agência Nacional de Transporte Aquaviário) e pela DPC (Diretoria de Portos e Costas), a Agemar é autorizada a operar na navegação de cabotagem e no transporte de combustível, respectivamente, proporcionando a devida segurança nas operações.

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Pelo know how adquirido, a empresa é responsável, desde 1995, pelo suprimento regular de combustível do Arquipélago de Fernando de Noronha, garantindo serviços essenciais e mais qualidade de vida aos seus habitantes e visitantes. A Loxus foi constituída em 2000 para atuar como consultora e operadora de projetos logísticos e portuários. A empresa tem larga experiência em assessoria, desenvolvimento, planejamento, implantação e gerenciamento de players de logística, com grandes operações de transporte marítimo.

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A Loxus se especializou na movimentação de carga tipo granel sólido, oferecendo serviços de operação portuária com embarque e descarga de granel sólido e serviços de operação retro portuária com recepção e expedição de caminhões. Em seus terminais, opera produtos como coque verde de petróleo, fertilizante, grãos, sal marinho calcinado e farelo de soja.

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Complexo Portuário de Suape participa do movimento “Hora do Planeta” a favor do meio ambiente

No sábado, 26 de março, as luzes do centro administrativo serão apagadas durante uma hora e os colaboradores estimulados a agirem individualmente, em suas residências, como demonstração de apoio ao enfrentamento à crise climática


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Reforçando o compromisso com as questões ambientais e a preocupação com o impacto das mudanças climáticas, o Complexo Industrial Portuário de Suape participa, pela primeira vez, do movimento “Hora do Planeta”. A ação, que acontece no dia 26 de março, consiste num apagar de luzes das 20h30 às 21h30 (horário de Brasília). O ato simbólico representa um alerta para agir em defesa do meio ambiente, da biodiversidade e pelo enfrentamento à crise climática. Como demonstração de apoio à mobilização, todas as luzes da sede administrativa do Complexo serão desligadas durante uma hora e os colaboradores foram estimulados para agirem, individualmente, em suas residências.

O movimento, criado em 2007, na Austrália, começou com o uso de velas e um chamado para a população apagar as luzes na cidade de Sydney. Desde então, a Hora do Planeta cresceu e, anualmente, envolve milhões de apoiadores em diversos países e territórios. No ano de 2021, de acordo com o organizador do movimento, o World Wildlife Fund - WWF, a ação mobilizou 192 países e territórios, chegando aos trending topics em 42 nações. No Brasil, 35 prédios e monumentos apagaram as luzes em 15 cidades e quatro capitais receberam projeções sobre o maior movimento popular pelo meio ambiente.

A participação de Suape na ação está totalmente alinhada com as práticas ESG (sigla em inglês usada para medir as ações ambientais, sociais e de governança de uma organização), e com os esforços para cumprir os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) com a missão de fomentar iniciativas que promovam ações sociais E ambientais, incentivando a sustentabilidade e promovendo a cidadania. Um sinal do posicionamento da empresa em favor das boas práticas que promovam o desenvolvimento de forma integradora, compensando desequilíbrios no sistema econômico e social e, principalmente, cuidando das pessoas e do meio ambiente.

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