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Em parceria com ONU e Senai-PE, Suape lança estudo inédito de complexidade econômica para o território

Ação acontece em parceria com a Conferência das Nações Unidas Sobre Comércio e Desenvolvimento e com o Observatório da Indústria do Senai-PE

 

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Coleta de dados, análises e estudos para prospecção de novos investimentos para o território do Complexo de Suape para fomentar cada vez mais a economia do Nordeste. Esses são alguns dos objetivos do Estudo de Complexidade Econômica que a estatal portuária lançará, nesta terça-feira (19), no auditório do Centro Administrativo da estatal, às 13h. O projeto acontece em parceria com a Conferência das Nações Unidas Sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD-ONU) e com o Observatório da Indústria do SENAI Pernambuco, sendo a primeira vez que um estudo dessa complexidade será aplicado em um porto-indústria.

A solenidade de lançamento contará com a participação do diretor-presidente de Suape, Marcio Guiot; dos diretores da estatal, da gerente de Pesquisa e Prospectiva do Senai Pernambuco, Ana Paula Vasconcelos Cruz; do Chefe de Pesquisa e Análise de Commodities da UNCTAD-ONU, Clovis Freire, e líderes e representantes das indústrias instaladas em Suape, assim como stakeholders do segmento.

“Esse estudo vai nos subsidiar a aproveitar melhor a capacidade do desenvolvimento industrial do Complexo de Suape, de acordo com nossas premissas de trazer empreendimentos sustentáveis e que impulsionem a economia de Pernambuco de uma forma integrada à tecnologia e à infraestrutura pujantes em nosso Estado”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Guilherme Cavalcanti.

 

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“O objetivo dessa iniciativa é fornecer uma compreensão mais profunda das características específicas do nosso território, auxiliando no planejamento e na tomada de decisões relacionadas ao desenvolvimento sustentável e gestão do espaço. As empresas inseridas na nossa Zona Industrial serão contempladas com inteligência de mercado. Além disso, também vamos estudar novas formas de prospecções para inserir grandes players em Suape”, afirma o diretor de Desenvolvimento e Gestão Industrial de Suape, Arthur Neves.

De acordo com a gerente de Pesquisa e Prospectiva do SENAI Pernambuco, Ana Paula Vasconcelos Cruz, o desafio do Observatório da Indústria do SENAI-PE em Suape será identificar os setores e produtos complementares ao encadeamento produtivo existente no território, além das tendências globais, com foco no aumento da diversificação, agregação de valor e exportação. "Essa seleção não apenas promoverá o crescimento econômico, mas também contribuirá para a construção de uma base industrial sólida e sustentável, consolidando a posição de Suape como um epicentro de desenvolvimento econômico na região".

 

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Entre o leque de atividades propostas no estudo, que terá duração de cinco meses, estão o mapeamento dos potenciais das indústrias, identificação dos setores e produtos complementares ao encadeamento produtivo existente no território, possibilidades de atração de investimentos internacionais e possíveis rotas e mercados internacionais.

 

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SUAPE - O Complexo de Suape é uma das molas propulsoras do desenvolvimento de Pernambuco e do Nordeste. Atualmente, o território conta com mais de 80 empresas em funcionamento, que geram mais de 20 mil postos de trabalho, segmentadas em 12 polos de desenvolvimento. A estimativa é que até 2030, sejam gerados mais de 40 mil empregos (diretos e indiretos), somando investimentos de R$ 23, 66 bilhões.

Seminário sobre Gestão Hídrica lança projeto Águas do Algodoais que irá atender 50 famílias agricultoras

O Seminário reuniu cerca de 100 convidados(as) entre moradores(as), agricultores(as) familiares, e lideranças locais e das esferas estaduais e municipais

 

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A avaliação da qualidade da água de abastecimento em nível global tem sido alvo de estudos em diversas partes do mundo, revelando resultados que destacam uma crescente conscientização sobre a preservação dos recursos hídricos. A preservação do meio ambiente é crucial para garantir um futuro sustentável para as gerações presentes e futuras. O objetivo 14 do Desenvolvimento Sustentável das Organizações das Nações Unidas (ONU): Vida na água prever uma atenção e conservação nas áreas marinhas. Uma forma eficiente tem sido a promoção de iniciativas para que se possa minimizar os danos.

Neste sentido, a Cáritas Brasileira Regional Nordeste 2 (CBNE2), em parceria com a Coca Cola Brasil, Solar Coca Cola e Complexo de Suape, promoveram nesta terça-feira, 12, o Seminário sobre Gestão Hídrica do Rio Algodoais, no Auditório do Complexo de Suape, no Centro Administrativo. 

 

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O seminário teve como objetivo apresentar o Projeto Águas dos Algodoais, uma iniciativa voltada para a promoção da participação social contribuindo para conservação ambiental na região através da implementação de ações estratégicas nas áreas de Educação, Governança e Sustentabilidade Hídrica do Rio Algodoais.

Dentre as ações o projeto Águas do Algodoais está o fortalecimento da governança participativa entre governos, iniciativa privada, sociedade civil e famílias, envolvidas nas ações de gestão e conservação ambiental do Rio Algodoais no município do Cabo de Santo Agostinho;  a implementação de   cinco sistemas agroflorestais (SAF’s)  e contribuição com a preservação ambiental de 1.752,52 hectares, visando a produção de alimentos saudáveis, geração de renda para as famílias e conservação de nascentes nos engenhos do Rio Algodoais; e desenvolvimento de processos educativos nas escolas, comunidades e demais instituições públicas e privadas, sobre os cuidados com a água do Rio Algodoais para promoção da sensibilização ambiental da população como fortalecimento da gestão hídrica e contribuição para o desenvolvimento sustentável do território de Suape.

 

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O Seminário contou com a presença de moradores(as), agricultores(as), lideranças locais, representações do Governo do Estado de Pernambuco, secretarias estaduais e municipais, do Complexo de Suape, da Coca Cola Brasil, e Solar Coca Cola.

Assista ao vídeo e confira detalhes do projeto: https://drive.google.com/file/d/1nFp7c9aHifBtpTljfPNrYfgKAzpExX6p/view?usp=share_link 

Suape contrata Infra S.A. para desenvolver estudos para a expansão do porto

Assinatura do convênio ocorreu no estande da estatal pernambucana na Intermodal South America, uma das mais importantes feiras de logística do continente

 

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A Infra S.A. vai conduzir uma série de estudos de viabilidade para a expansão do Porto de Suape. A Autoridade Portuária pernambucana contratou a estatal federal para desenvolver os diagnósticos e relatórios necessários para o arrendamento de terminais localizados no atracadouro, o 6º porto público mais movimentado do país. Na ocasião, a empresa anunciou a disponibilização de três lotes destinados à construção de novos berços e instalação de terminais de granéis líquidos.

A assinatura do convênio ocorreu no estande de Suape na 28ª edição da Intermodal South America, no São Paulo Expo, na capital paulista, que teve início na terça-feira (5) e se encerra nesta quinta (7). Participaram da solenidade o diretor-presidente de Suape, Marcio Guiot; o diretor de Desenvolvimento e Gestão Portuária, Rinaldo Lira; o diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos; e o diretor de Planejamento da estatal federal, Cristiano Giustina.

A parceria do Complexo Industrial Portuário de Suape com a Infra S. A. terá duração de quatro anos e inclui estudos de pré-viabilidade para outros terminais. Neste trabalho, será definida qual modalidade de investimento é a mais adequada para cada empreendimento. Dos três lotes disponíveis atualmente para arrendamento, o que integra os Cais 6 e 7 e a retroárea fará parte do pacote de trabalho da Infra S.A.

Trata-se de uma área greenfield (terreno inexplorado) com disponibilidade de até dois berços com 350 metros de comprimento, somando 30,7 mil metros quadrados. Já a retroárea desse lote tem 206 mil metros quadrados. De acordo com Marcio Guiot, trata-se de um terreno amplo e estratégico, que poderá ter múltiplos usos. “A viabilidade de instalação dos novos cais será garantida com as obras de dragagem dos canais externo (prestes a ser concluída) e interno (projeto em andamento). Quando o serviço estiver concluído, o cartão externo terá até 20 metros de profundidade e o interno, 16,2 metros.”, revela.

 

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O diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos, destaca que a empresa tem a expertise necessária para atrair os investimentos que vão modernizar  o Porto de Suape. “Esse é um movimento importante para que o atracadouro pernambucano se torne cada vez mais competitivo. A qualidade dos estudos da Infra S.A. é reconhecida pelo mercado e resultará em terminais mais modernos e sustentáveis” , pontua. Os outros dois lotes disponibilizados por Suape somam 132,1 mil metros quadrados e são destinados a terminais de granéis líquidos.

“Grupos empresariais interessados nos lotes para arrendamento têm até o dia 30 de abril deste ano para encaminhar à administração da estatal portuária  manifestação de interesse com a finalidade de subsidiar estudo de pré-viabilidade dos empreendimentos. As informações detalhadas referentes às áreas estão disponíveis no site de Suape”, complementa o diretor de Desenvolvimento e Gestão Portuária.

INFRA S. A.

Vinculada ao Ministério dos Transportes, a Infra S.A. também atua em parceria com o Ministério dos Portos e Aeroportos na estruturação de projetos para o arrendamento de terminais portuários. A empresa realizou estudos que já viabilizaram mais de 40 leilões de terminais portuários. A Infra S.A. é uma empresa pública federal com foco na prestação de serviços de planejamento de longo prazo, estruturação de projetos, engenharia e inovação para o setor de transportes.

SUAPE

Fundado há 45 anos, no Litoral Sul de Pernambuco, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santos Agostinho, o Complexo Industrial Portuário de Suape é considerado uma das principais âncoras e locomotivas do desenvolvimento do Estado e do Nordeste, atraindo grandes empreendimentos em suas cadeias produtivas. Situado a apenas 40 quilômetros do Recife, está instalado em um território de 17,3 mil hectares (incluindo áreas adjacentes). Soma investimentos privados de R$ 74,5 bilhões, com 83 empresas instaladas, gerando mais de 20 mil empregos. Exemplo em sustentabilidade, 59% do território ocupado pela estatal pernambucana compõem a Zona de Preservação Ecológica (ZEPC).

 

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Em 2023, o atracadouro registrou movimentação de 23,9 milhões de toneladas, mantendo a liderança nacional em transporte de granéis líquidos dentre os portos públicos  e navegação por cabotagem (entre os portos do país), e recorde de movimentação de contêineres no Norte/Nordeste. Os granéis líquidos (derivados de petróleo) representam 72,1% do total de cargas transportadas, seguidos de carga contenerizada (22,8%), granel sólido (2,7%) e carga geral solta (2,4%).

 

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Suape participa de Aliança Brasileira para a Descarbonização Portuária

Assinatura dos portos que aderiram à causa ocorreu durante a 28ª Intermodal, em São Paulo

 

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O Porto de Suape, assinou, na noite desta quarta-feira (6), durante a 28ª Intermodal South America, declaração de intenção para participação na Aliança Brasileira de Descarbonização Portuária (ABDP), iniciativa pioneira que tem a intenção de transformar o cenário portuário do país. O atracadouro pernambucano vai coordenar um dos grupos de trabalho (GT) sobre o tema com o Porto de Paranaguá (PR) e o Porto do Itaqui (MA). A Intermodal é considerada uma das maiores feiras de logística, transporte de cargas e comércio exterior do continente e reúne lideranças do segmento de todo o Brasil e acontece até esta quinta-feira (7).

A iniciativa de criar o plano de descarbonização representa um passo ousado e transformador em direção a um futuro mais sustentável. A novidade, lançada no estande do Porto de Itaqui, é inspirada em uma iniciativa entre os portos espanhóis. A metodologia dos GTs é de tratar temáticas aderentes ao tema, disponibilizando espaços para discussão e troca de informações.

“Estamos felizes em participar de uma mobilização como essa, que revolucionará o mercado portuário global. A iniciativa está em sintonia com outras ações que Suape desenvolve no território do complexo, como as ações que Suape vem desempenhado, notadamente o GT de Descarbonização da estatal, com foco no engajamento das empresas e stakeholders do território sobre o tema”, pontua o diretor-presidente do porto, Marcio Guiot.

 

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Ele destaca, ainda, os projetos de Estoque de Carbono, que consiste na elaboração de um inventário na Zona de Preservação Ecológica do atracadouro (ZEPC); e do Compliance Climático, que vai mensurar a emissão de gases de efeito estufa nos oito municípios (Cabo de Santo Agostinho, Escada, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Ribeirão, Moreno, Rio Formoso e Sirinhaém) do território estratégico da estatal.

Neste primeiro momento, também compõem a aliança os portos do Paraná, de Açu e do Sudeste, além da Fundação Valencia, da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) e da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH).

SUSTENTABILIDADE

 

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Suape ocupa área de 17,3 mil hectares, dos quais 59% estão na Zona de Preservação Ecológica do território da estatal. Essa região é caracterizada pela diversidade ecológica do bioma Mata Atlântica, e está situada nos municípios do Cabo de Santo Agostinho e de Ipojuca, melhorando a qualidade de vida dos moradores dos perímetros urbanos e promovendo o equilíbrio com a atividade industrial. O território de Suape também abriga biomas de restinga e de mangue.

INTERMODAL

Considerada um dos mais importantes eventos do segmento, a Intermodal reúne o ecossistema da logística, do transporte de carga e infraestrutura, além dos desenvolvedores de tecnologia e inteligência associada à operação desses segmentos em vários países. O objetivo da feira é promover o intercâmbio de conhecimento, oportunidades de negócios e o desenvolvimento geral da atividade. O evento ocupa quatro pavilhões, o equivalente a mais de 40 mil metros quadrados e conta com mais de 500 marcas expositoras de 15 países.

Operação de bunker amplia oferta de serviços no Porto de Suape

O novo serviço vai ser explorado pela distribuidora Dislub, empresa do Grupo Dislub Equador (GDE). O produto será bombeado do terminal da Ultracargo para uma barcaça através do PGL1

 

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Para otimizar as atividades portuárias e estimular a competitividade, as embarcações atracadas nos píeres e cais do Porto de Suape terão alternativa para abastecimento de óleo combustível marítimo, a partir de 1º de maio deste ano. A nova operação de bunker será oferecida pela Dislub, com suprimento da bp. O Grupo Dislub Equador (GDE) tem forte atuação no segmento de combustíveis nas regiões Norte e Nordeste.

Uma vez obtido o aval dos órgãos reguladores, o serviço será estratégico para a estatal portuária, reforçando a vocação de hub port do atracadouro pernambucano. A nova operação da Dislub foi oficialmente anunciada nesta terça-feira (5) à tarde, na Intermodal South America, um dos maiores eventos de logística, comércio exterior e de modais de carga do continente, realizado anualmente no Expo São Paulo, na capital paulista.

 

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A solenidade ocorreu no estande de Suape, logo após a abertura da feira, que conta com a presença de mais de 500 expositores e expectativa de público acima de 40 mil pessoas até quinta-feira (7). Além do diretor-presidente do Porto de Suape, Marcio Guiot, e de outros representantes da estatal, participarão do anúncio o empresário Humberto Carrilho, conselheiro e acionista da Dislub Equador; Antônio Barbará, diretor comercial de Combustíveis Marítimos  do grupo; e Leonardo Cerquinho, diretor de Desenvolvimento de Negócios. “O Porto de Suape, devido a sua localização e perfil concentrador de cargas, tem uma demanda natural por bunker. Nossa operação vai ocupar essa lacuna”, enfatiza Cerquinho.

Marcio Guiot pontua que o  serviço de abastecimento de óleo combustível marítimo vai reforçar a posição estratégica de Suape na região e no país, criando ainda mais valor para os navios que demandam o complexo. “Estamos criando mais um diferencial para Suape. Os armadores passarão a ter opção de abastecimento num porto de águas profundas, condição essa sendo atingida com a conclusão das obras de dragagem do canal de acesso”, enfatiza.

INFRAESTRUTURA

 

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Para viabilizar a operação de bunker, a Dislub contará com acesso à  infraestrutura de quatro tanques com capacidade para 10 mil m³ cada um, totalizando 40 mil m³ de armazenagem de combustível. O produto será bombeado a partir do terminal da Ultracargo localizado no porto organizado para uma barcaça no Píer de Granéis Líquidos 1. Após essa etapa, a embarcação estará apta a fazer o abastecimento a contrabordo dos navios.

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