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Evento estadual convida ecossistema de inovação para construir soluções inovadoras para os desafios do Complexo de Suape

O Desafios.Day, evento de matchmaking promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, acontece na próxima terça-feira (21), reunindo representantes da estatal portuária e de startups, Institutos de Ciência e Tecnologia, universidades e demais profissionais de inovação

 

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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti/PE) promove a quinta edição do Desafios.Day, evento de matchmaking que vai reunir o ecossistema de inovação do Estado para construir soluções inovadoras para os desafios do Complexo Industrial Portuário de Suape. O encontro, realizado por meio da Usina Pernambucana de Inovação e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia (Facepe), equipamento e entidade vinculados à Secti/PE, acontece na próxima terça-feira (21), às 9h, no auditório da pasta estadual, no Bairro do Recife.

De acordo com o diretor de Inovação da Secti/PE, César Andrade, o Desafios.Day é uma oportunidade de trazer para perto os grandes desafiadores e players do ecossistema de inovação. “É uma iniciativa estadual que busca trazer inovação aberta para a gestão pública e para o setor privado com o objetivo principal de tornar Pernambuco cada vez mais competitivo”, destaca.

Aberto ao público, o evento é destinado a startups, Institutos de Ciência e Tecnologia, universidades e demais profissionais de inovação. “Para a quinta edição, traremos um player super importante do nosso ecossistema. O Complexo de Suape é um lugar que embarca mais de 80 negócios e 12 pólos de desenvolvimento. Com certeza, serão apresentados desafios super interessantes que podem ser solucionados pelas startups e profissionais de inovação que detêm a expertise para trazer propostas para resolver os desafios de Suape”, destaca o gerente da Usina Pernambucana de Inovação, Marcelo Nazário.

Para o encontro, representantes do Complexo Industrial Portuário de Suape trarão desafios como a otimização de atracação e desatracação de navios, a previsão de movimentação para planejamento portuário, a aferição e contagem de carga de contêiner, entre outros. “Suape tem um universo de possibilidades. Queremos, cada vez mais, incentivar a inovação para dinamizar os processos portuários e industriais, melhorando a produtividade entre os colaboradores da empresa. Estamos felizes com a parceria e ansiosos para ver as soluções que vão surgir no Desafios.Day”, pontua a diretora de Inovação e Transformação Digital da estatal, Adriana Martin.

Outras edições - Esta é a quinta vez que acontece o Desafios.Day, em 2024. O evento já reuniu o ecossistema de inovação com representantes do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), da produtora pernambucana de uvas de mesa Agrivale, e da Secretaria Estadual da Mulher, além da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e do Instituto de Tecnologia Edson Mororó Moura (Itemm).  

Suape investe mais de R$ 600 milhões para modernização da infraestrutura portuária

Pacote de intervenções contempla restauração do molhe, dragagem dos canais interno e externo, além da modernização da iluminação e troca de defensas

 

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O Complexo Industrial Portuário de Suape concluiu a terceira e penúltima etapa das obras de recuperação do molhe de pedras, que serve de barreira de proteção para os berços de atracação do 6º porto público mais movimentado do país. A intervenção englobou a restauração e o reforço do paredão, com extensão total de cerca de 2,5 quilômetros. A intervenção faz parte de um pacote de obras para ampliar a segurança e a infraestrutura portuária, com investimento da ordem de R$ 611.083.786,23, incluindo serviços de dragagem, modernização da iluminação, troca de defensas, entre outros.

 

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A última fase dos trabalhos no molhe, que tem custo de R$ 123 milhões, já teve o processo licitatório concluído e os serviços começarão em julho deste ano, com prazo de conclusão previsto para 2028.  A obra é uma importante intervenção na barreira de proteção do porto contra a força das marés altas, permitindo que as operações sejam realizadas com menor interferência de correntes marítimas e ondas. A terceira etapa, que teve custo de R$ 68,1 milhões, contemplou trecho de 1,6 quilômetro, com a colocação de blocos de pedras que variaram de 300 quilos a 12 toneladas, totalizando o volume de 78.120,00 metros cúbicos.

O diretor-presidente de Suape, Marcio Guiot, salienta que a restauração do molhe é uma obra fundamental para garantir a segurança das operações. “São intervenções fundamentais para o bom funcionamento das atividades portuárias, além de deixar Suape ainda mais preparado para os desafios impostos pelas mudanças climáticas”, salienta. Guiot destaca, ainda, que o programa de inovação e transição energética, além da governança comprometida com a sustentabilidade, colocam o porto pernambucano em condições favoráveis no competitivo cenário marítimo mundial.

COMPLEXIDADE

 De acordo com a diretora de Infraestrutura de Suape, Renata Loyo, o molhe passa pela primeira grande restauração desde a inauguração do porto, no dia 7 de novembro de 1978. “Por causa da complexidade e abrangência da intervenção, o projeto foi dividido em três fases, englobando quatro áreas. “Os serviços vêm sendo executados em conformidade com o cronograma estabelecido desde 2018 e agora caminhamos para a última etapa da obra, dotando o porto de um molhe robusto e mais seguro”, enfatiza.

Suape registra desembarque de aerogeradores para usina eólica

É a primeira vez que o atracadouro pernambucano recebe embarcação com todos os componentes necessários ao funcionamento de um parque eólico

 

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Um total de oito aerogeradores, que equivalem a 24 pás eólicas, e demais peças destinadas à montagem e funcionamento do equipamento, usado na geração de energia limpa, estão sendo descarregados no Cais 4 do Porto de Suape. Provenientes da China, as hélices têm 84 metros de comprimento, equivalente a um prédio de 28 andares, sendo a maior carga do tipo desembarcada no atracadouro pernambucano.

É a primeira vez que todo o conjunto eólico chega ao porto público pernambucano numa única remessa. Outras operações similares estão previstas para ocorrer até julho de 2025, totalizando 108 turbinas em 11 viagens até Suape. A holding chinesa Goldwind, maior fabricante de turbinas eólicas do globo, é também responsável pela epopeia marítima do país asiático até Suape.

 

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Com quase 7 mil toneladas, a carga foi despachada no porto de Lianyungang, situado na província de Jiangsu. A viagem até Suape teve a duração de 40 dias e foi realizada pelo navio Tian Lu, de bandeira de Singapura, cidade-estado do sudeste da Ásia. De acordo com o diretor de Desenvolvimento e Gestão Portuária de Suape, Rinaldo Lira, a operação teve início no domingo (29) e deverá se estender por mais 4 a 6 dias.

 

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“É uma tarefa complexa que requer o uso de caminhões de três até 16 eixos e guindastes com capacidade de 400 toneladas combinadas”, explica Lira. Inicialmente, o material permanecerá no pátio do Terminal de Contêineres de Suape (Tecon), aguardando a liberação por parte dos órgãos intervenientes.

 

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Após o desembaraço da carga, as pás eólicas, rotores, torres, caixas de transmissão, geradores, entre outros equipamentos, serão transportados, por via terrestre, para  a Serra da Palmeira, na Paraíba, onde está sendo instalado um parque eólico abrangendo os municípios de Picuí, Baraúna, São Vicente do Seridó, Nova Palmeira e Pedra Lavrada. A CTG Brasil, uma das maiores geradoras de energia limpa do País, é a responsável pela implementação e operação do complexo eólico.

Suape ganha mais competitividade com dragagem do canal externo

Com profundidade de 20 metros, o sexto atracadouro público brasileiro em movimentação de carga eleva eficiência portuária do Nordeste

 

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Com a conclusão da dragagem do canal externo, que resultou no aprofundamento para 20 metros, o Porto de Suape completa fase importante na busca de maior eficiência operacional. Inicia-se agora nova fase que consiste no balizamento do canal e homologação da nova profundidade na Marinha do Brasil. Suape é o sexto  atracadouro público em movimentação de carga, contabilizando, em 2023, 23.982.451 toneladas.

Uma vez concluída essa etapa, estimada em três meses, o atracadouro estará apto a receber embarcações de grande porte, a exemplo do petroleiro Suezmax, em sua capacidade máxima. A intervenção foi concluída após quatro meses de serviço com o uso de dragas de última geração. Com localização estratégica, Suape consolida-se como uma das principais opções portuárias do país.

 

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“De fundamental importância para garantir a infraestrutura e eficiência necessária, a dragagem do canal externo, no curto prazo, vai potencializar a operação dos terminais de granéis líquidos e, consequentemente, da Refinaria Abreu e Lima, que anunciou, recentemente, obras de ampliação com a conclusão do primeiro trem e construção do segundo, o que praticamente dobrará a capacidade de refino, atraindo mais operações para nosso atracadouro. ”, pontua o diretor-presidente de Suape, Marcio Guiot.

De acordo com o gestor da estatal portuária, a intervenção incrementará a movimentação de outros tipos de mercadoria, como contêineres, veículos, carga geral, granéis minerais e vegetais. “Junto com a dragagem do canal interno, que deverá estar pronta até o primeiro trimestre de 2025, o porto reunirá as condições necessárias para que as embarcações possam atracar com a carga máxima também nos berços internos. Isso trará mais competitividade para Suape e benefícios para os operadores de cais público”, sublinha.

ANTECIPAÇÃO

Iniciada em 1º de dezembro de 2023, a complementação da dragagem do canal externo teve custo de R$ 140 milhões e resultou na remoção de 1.700.000 metros cúbicos de sedimentos, seguindo rigoroso cronograma de atividades licenciadas pelos órgãos intervenientes. "Tudo transcorreu dentro do esperado e a obra foi entregue um mês antes do prazo estipulado. Estamos felizes por ter concluído essa tão esperada obra para o nosso complexo e toda região de influência”, enfatizou a titular da Diretoria de Infraestrutura de Suape, Renata Loyo.

 

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Suape oferece cursos de formação profissional para 150 pessoas

A Estação Compartilhar Massangana, equipamento multidisciplinar instalado na comunidade homônima, é sucesso de público, oferecendo módulos profissionalizantes, internet, palestras, entre outras atividades por meio do projeto Empreender é Massa!

 

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Em pouco mais de dois anos de funcionamento, o espaço multidisciplinar Estação Compartilhar Massangana, uma iniciativa do Porto de Suape na comunidade homônima, vem rendendo muitos frutos para as cerca de 600 famílias que vivem na comunidade. Nesse período, o equipamento contabilizou o expressivo número de cerca de 12 mil atendimentos em atividades diversas. A pedido de moradores da localidade e de outras áreas, a empresa portuária deu início, na segunda-feira passada, ao projeto Empreender é Massa! O primeiro grupo contemplado foi o que se inscreveu no curso de crochê.

A construção da grade curricular dos módulos contou com a participação direta das comunidades e os cursos oferecidos são informática básica, assistente de administração, crochê, empreendedorismo e gastronomia, beneficiando diretamente 150 pessoas. Os dois contratos selecionados para desenvolver o projeto foram celebrados após processo de licitação, somando R$ 412.990,00, com recursos próprios de Suape.

“Esse programa se soma a outras ações socioambientais promovidas por Suape, uma empresa comprometida com o desenvolvimento sustentável”, pontua o diretor-presidente da estatal portuária, Marcio Guiot. “A Estação Compartilhar é um grande ativo social  da estatal que se fortalece a cada dia. A comunidade participa ativamente das atividades oferecidas, que atraem público de todas as idades. É muito gratificante para nós podermos contribuir para o crescimento educacional e profissional dos moradores do território ocupado pelo complexo”, enfatiza.

 

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De acordo com o diretor de Sustentabilidade, Carlos Cavalcanti, em 2023, por exemplo, 4.300 pessoas foram beneficiadas com mais de 70 atividades, entre palestras, oficinas, cursos, acesso à biblioteca, à rede de computadores e rodas de conversa. “É um projeto exitoso que almejamos levar para outras comunidades do entorno em parceria com corporações instaladas no complexo industrial portuário “, revelou.

 

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As inscrições ocorreram há algumas semanas e o material didático, incluindo notebook, vem sendo disponibilizado pela estatal. “Muito importante fomentar conhecimento com a participação das comunidades. É uma estratégia que temos adotado quando os projetos beneficiam diretamente os moradores do território”, reforçou o coordenador de Assistência Social e Gestão Fundiária, Paulo  Teixeira.

A ESTAÇÃO

A Estação Compartilhar ocupa um imóvel de 94 metros quadrados e dispõe de biblioteca com cerca de mais de 1.000 livros, computadores com acesso gratuito à internet, sala multimídia, espaço infantil, cozinha-escola e área externa para atividades recreativas. O espaço funciona das 7h30 às 16h30, de segunda a sexta-feira, com atividades de incentivo à leitura e realização de cursos para capacitação dos moradores da região.

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