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Agricultores de Sacambu aprendem tecnologias inovadoras e sustentáveis

Assentamento recebeu o terceiro laboratório vivo implantado por Suape/Serta

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Agricultores do Assentamento Bruno de Albuquerque Maranhão, conhecido como Engenho Sacambu, no Cabo de Santo Agostinho, não imaginavam que podiam aprender a plantar diferente, cultivar peixes em uma caixa d'água e utilizar sobras de comida e até as próprias plantas para adubar o cultivo. E essas são só algumas das inovações levadas à comunidade por meio do terceiro laboratório vivo de ecotecnologias implantado na região pelo Complexo Industrial Portuário de Suape em parceria com o Serta (Serviço de Tecnologia Alternativa). O novo espaço foi inaugurado nesta quinta-feira (30), e vai reforçar a economia local.

O laboratório tem 287 metros quadrados e está localizado na sede da Associação de Agricultores, popularmente conhecida como Casa Grande, sendo o primeiro da área rural. No local, foram instaladas 14 ecotecnologias: aquaponia, cisterna de ferro e cimento, composteira caseira em balde, horta vertical em pallet, sistema agroflorestal, fechamento automático da porteira, sistema de captação de água da chuva, hidroponia de milho, galinheiro móvel, composteira em alvenaria, minhocário, horta em formato de pétalas, farmácia viva em pneus e desidratador solar.

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As ecotecnolgias foram escolhidas pelos próprios agricultores. O desidratador, por exemplo, usa a luz solar para desidratar frutas e outros alimentos orgânicos, uma solução simples para aproveitar frutas muito maduras que acabariam sendo jogadas fora e que, desidratadas, podem ser consumidas pela comunidade ou comercializadas. Já a hidroponia de milho é capaz de transformar um quilo de milho em dez quilos de ração. Sacambu é uma região que produz e comercializa, nas feiras livres do Cabo e de Ipojuca, diversas frutas, verduras, hortaliças e raízes.

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"A gente passou o tempo todo trabalhando de forma errada. Agora a gente vê o certo, a agricultura orgânica de qualidade e a gente vai fazer isso em Sacambu. A vida da gente mudou. Vejo várias formas de trabalhar sem precisar de veneno, não tinha conhecimento. Abriu a mente. Abriu a porta da liberdade. Agricultura com mais saúde para todos", comemora Clodomir Vieira, presidente da Associação de Agricultores do assentamento. "O jovem que estava atrasado no colégio agora está vendo que o caminho é o do Serta, o caminho do conhecimento".

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"Aliar o desenvolvimento econômico ao socioambiental é uma prioridade de nossa gestão e esse projeto vai melhorar a qualidade de vida de muita gente, é gratificante", afirma o presidente do Complexo de Suape, Leonardo Cerquinho. O diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Carlos Cavalcanti, complementa: "Estamos muito felizes com o resultado da implantação dos laboratórios. Ao todo, serão contempladas dez comunidades, no período de um ano".

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O projeto, que começou no Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, em formato de mutirão, passou por adaptações diante da pandemia ocasionada pela Covid-19. E, esta semana, foi entregue o segundo, no Engenho Massangana, após um mês de trabalho, com grupos menores, de até dez pessoas por dia. O laboratório de Sacambu seguiu a mesma linha. Uma equipe do Serta também realizou a distribuição de 100 máscaras de tecido para as famílias residentes no território.

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"Distribuímos um total de 800 máscaras para as comunidades e assentamentos rurais que estão participando do projeto. Foram 500 em Nova Vila Claudete, 200 no Engenho Massangana e 100 no Assentamento de Sacambu. A ideia é reforçar a segurança de cada membro da comunidade, garantindo a efetiva participação deles no projeto. Nas inaugurações estamos limitando a entrada nos laboratórios. Em Sacambu, dividimos os moradores em quatro grupos de cinco pessoas. Cada grupo passava por uma ecotecnologia diferente, evitando o aglomeramento", afirma Germano Barros, diretor da Escola Técnica do Serta.

Suape implanta segundo Laboratório Vivo de Ecotecnologias no Engenho Massangana

Projeto acontece em parceria com o Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta) e vai alcançar dez comunidades

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O Engenho Massangana, localizado no território do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca, ganhou um espaço especial, que teve entrega concluída nesta segunda-feira (27). Trata-se do segundo laboratório vivo de ecotecnologias implantado na região pelo Serta (Serviço de Tecnologia Alternativa), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) reconhecida internacionalmente. A entidade foi contratada por Suape para levar a comunidades consolidadas no território metodologias sustentáveis, inovadoras e de baixo custo que promovem a segurança alimentar e geram renda.

O projeto Comunidades Ecoprodutivas, lançado em março, precisou ter o formato reajustado, devido a pandemia da Covid-19, para garantir o distanciamento social. Em vez do mutirão utilizado no primeiro laboratório, implantado no Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, o de Massangana contou com apenas dois técnicos e cerca de três moradores por dia.

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"Levamos mais tempo, mas o importante é garantir a segurança de todos, ao mesmo tempo em que capacitamos essas famílias, contribuindo para que elas tirem o alimento e o sustento do próprio quintal, o que se tornou ainda mais relevante no momento atual, já que muitos são trabalhadores informais e estão sem fonte de renda", declara Germano de Barros, diretor da Escola Técnica do Serta.

O laboratório foi instalado em um terreno de 77,8 metros quadrados da Associação de Moradores de Massangana, que ganhou dez tecnologias: aquaponia, cisterna de ferro e cimento, sistema de captação de água, minhocário, compoteira caseira em balde, fechamento automático da porteira, farmácia viva, horta vertical em pallet, hidroponia de milho e o sistema agroflorestal, que já tem plantadas várias hortaliças, como alface, coentro, cebolinha, couve, berinjela e hortelã. Tudo para consumo próprio ou revenda das famílias do Engenho Massangana. O ambiente também recebeu pintura lúdica e plaquinhas indicativas.

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"Os próprios moradores escolheram as ecotecnologias que queriam implantar no terreno. Eles participaram de oficinas e ações pedagógicas de consciência ambiental em unidade do Serta, em Gloria de Goitá, no início do ano, onde puderam compreender a proposta e participar ativamente de todo esse processo, que é inspirador e desperta neles a vontade de cuidar do lugar onde moram", observa o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, Carlos Cavalcanti. "

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"É a primeira vez que temos uma oportunidade como essa. Antes, plantávamos no chão, sem estrutura. E hoje estamos muito satisfeitos e felizes com o quintal produtivo. Com apenas 30 dias, poderemos colher alimentos livres de agrotóxicos. Isso será a nossa mesa, o nosso almoço", comemorou Vicente Luiz Aguiar, vice-presidente da Associação de Moradores do Engenho Massangana e morador do local há 45 anos.

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O próximo laboratório a ser inaugurado será no Assentamento Sacambu, no próximo dia 30. O programa tem investimento de R$ 1 milhão e alcançará dez comunidades, no período de um ano.

Colaboradores de Suape recebem treinamento para manuseio de VANT de alta performance

Funcionários da Diretoria de Planejamento e Gestão foram capacitados de 15 a 17 de julho

Drone

Cinco colaboradores da Diretoria de Planejamento e Gestão (DPG) foram treinados durante os dias 15, 16 e 17 de julho para manusear o VANT (veículo aéreo não tripulado), conhecido como drone, que foi adquirido recentemente pela diretoria. O equipamento será usado para fazer coleta de imagens do território de Suape, que serão processadas por um software e transformadas em mapas. A equipe foi capacitada para operar o drone, aprendendo a planejar os voos e executá-los. A aquisição do VANT faz parte da plataforma SuapeGeo - tecnologia de gestão de informações geográficas e estatísticas.

O treinamento contou com um módulo teórico, realizado no dia 15/07, no qual a equipe aprendeu sobre aeronavegação, estrutura, partes dinâmicas, rádio controle, características da aeronave e plano de voo. A parte prática aconteceu nesta quinta e sexta-feira (16 e 17) em Suape. Todo o conteúdo foi ministrado por Denis Hauffe, instrutor da empresa Horus Aeronaves. Participaram os colaboradores Gleidson Dantas, João Alexandre, Flávio Antão, Thiago Gusmão e Taneha Fidelis. Na próxima semana, a mesma equipe será treinada para fazer o processamento das imagens a partir de um software.

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O drone é operado remotamente a partir do plano de voo, conectado a um notebook. O drone é de alta performance e será usado para mapeamento de grandes áreas geográficas, inclusive as regiões de difícil acesso. O equipamento tem um alcance de até 10 quilômetros a partir do ponto de decolagem, com autonomia de mais de 1 hora de voo e 120 metros de altura. A operação do VANT vai auxiliar a equipe da DPG a consolidar informações sobre o território de Suape e, dessa forma, ajudar, com assertividade, a tomada de decisões estratégicas.

Treinamento Drone

"O VANT será usado para o mapeamento de alta precisão de grandes extensões geográficas, permitindo caracterizá-las em detalhes (até 3x3 cm - o tamanho do pixel no solo), respondendo às demandas de forma rápida. Precisamos aguardar o tempo de autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que gira em torno de 48 horas", comenta Gleidson Dantas, especialista em geotecnologia e coordenador de Informações Territoriais de Suape.

Porto de Suape recebe navio de 330 metros pela primeira vez

Navio conteineiro da classe Sammax atracou no cais 2 na quinta-feira (23)

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Ao longo dos últimos anos, os navios empregados pelas companhias de navegação evoluíram em capacidade e tecnologia, podendo transportar mais produtos com redução de custos. Um tipo de embarcação de grande porte é o navio porta-contêiner da classe Sammax (a maior disponível na América do Sul), que pode chegar a medir 336 metros de comprimento, 48 metros de largura e 15,2 de calado máximo. Foi um navio dessa classe que o Porto de Suape recebeu nessa quinta-feira (23), pela primeira vez. E desatracou na manhã desta sexta (24).

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A embarcação MSC NITYA B, pertencente à companhia MSC - Mediterranean Shipping Company, atracou no cais 2 para o desembarque de 233 contêineres e embarque de 55, num total de 288 movimentados. O navio veio do Porto de Valência (Espanha) e deixou Suape, ao nascer do dia, com destino ao Porto de Salvador (Bahia). A embarcação possui 330 metros de comprimento (LOA), capacidade para transportar 12 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 15,2 metros de calado máximo (distância medida entre a lâmina d'água e fundo da embarcação). Navios desse tipo só podem atracar em portos com grande profundidade e infraestrutura adequada.

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Anteriormente, o maior porta-contêiner que havia atracado no porto pernambucano tinha 305 metros de comprimento e 48,2 metros de largura. No ano passado, a Portaria Suape 136/2019 estabeleceu parâmetros operacionais e de manobra de navios para que Suape pudesse receber embarcações com até 336,99 metros de comprimento total e 48,99 metros de largura máxima (boca máxima). A viabilidade para receber a classe Sammax foi comprovada através de estudo da Universidade de São Paulo (USP), contratado no início do ano passado.

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"Receber megaconteineiros é condição primordial para que Suape se consolide como hub port nacional, por isso a primeira ação de nossa gestão foi contratar esse estudo. A participação da Praticagem de Pernambuco, da Capitania dos Portos de Pernambuco e da Marinha do Brasil foi fundamental desde o planejamento desse processo, passando pela simulação em São Paulo, treinamento e avaliação contínua, até este momento onde recebemos, com sucesso, a primeira operação", comemora o presidente de Suape, Leonardo Cerquinho. "Todos os envolvidos trabalharam com muito profissionalismo".

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Para realizar manobras de entrada e atracação ou saída e desatracação, é necessário o emprego de alguns requisitos, como atuação de pelo menos dois práticos a bordo e as manobras devem ocorrer somente com luz natural. Além disso, deve-se utilizar o mínimo de três rebocadores. Uma vez atracado, o navio pode operar em qualquer horário, já que o Porto de Suape funciona durante 24 horas. "Suape é um porto de classe mundial, tem águas profundas, localização estratégica e profissionais capacitados para garantir uma atracação segura, estamos preparados para as grandes embarcações", salienta o diretor de gestão portuária, Paulo Coimbra.

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Líder na movimentação de contêineres na região Nordeste, Suape fechou o primeiro semestre deste ano com 230.504 TEUs e 2,4% de crescimento em relação ao mesmo período de 2019. No ano passado, bateu recorde histórico na carga conteinerizada com o total de 476.304 mil TEUs e 4,7% de aumento em relação a 2018.

Suape fica em primeiro lugar em avaliação da SCGE sobre controle interno

SCGE

O desempenho da Empresa Suape - Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros voltou a ser destaque em avaliação da Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE) sobre a atuação dos órgãos e entidades do Poder Executivo estadual. Em ranking divulgado nesta sexta-feira (17) sobre o Índice de Adequação ao Sistema de Controle Interno (IAS), Suape ficou em primeiro lugar, junto com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), ambas com 100% de execução dos 34 pontos de controle definidos para avaliação. Na segunda colocação está a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seinfra), com 96%, seguida pela Junta Comercial (Jucepe) e Gabinete de Projetos Especiais (Gape), empatados em terceiro lugar, com 94%.

Os pontos de controle foram definidos com base no Decreto Estadual nº 47.087/2019 e na Portaria SCGE nº 11/2019, bem como nas melhores práticas apresentadas pela SCGE nas Oficinas, Reuniões Técnicas e Reuniões de Monitoramento. Atualmente, 42 Unidades de Controle Interno estão em atuação no Governo do Estado, sendo a maioria delas instituída a partir da implementação do decreto de fevereiro de 2019.

A secretária da SCGE, Érika Lacet, salientou que essa iniciativa do governador Paulo Câmara vem conseguindo fortalecer a cultura de controle, através da integração e compartilhamento das ações. “Com a implementação das UCIs, é possível contribuir para a melhoria dos processos e a mitigação dos riscos que venham a comprometer os objetivos do órgão ou entidade, bem como para a tomada de decisão pela alta gestão”, explicou.

“Além da participação nas Oficinas, Reuniões Técnicas e de Monitoramento na SCGE e da troca de experiências de boas práticas com outros órgãos, a equipe da Unidade de Controle interno de Suape vem atuando na melhoria e adequação de vários processos internos, com autonomia, com os recursos materiais e humanos necessários para esse trabalho e com total apoio da alta gestão e do time da Empresa Suape. Portanto, este resultado é reconhecimento do trabalho de todos os colaboradores”, registrou Fabiana Maranhão, coordenadora da Unidade de Compliance de Suape.

Como órgão central de controle interno da administração estadual, a Controladoria é responsável pela orientação e acompanhamento das UCIs. Esse trabalho vem sendo realizado pela Diretoria de Monitoramento, Avaliação e Controle (DMAC/SCGE), por meio da Coordenadoria das Ações do Controle Interno. “Nosso objetivo é dar todo o suporte ao adequado funcionamento dessas unidades. Nesse momento de pandemia, continuamos com as atividades remotamente, por demanda, dando uma atenção especial as quatro UCIs instituídas recentemente”, comentou a diretora da DMAC, Elisângela Lobo.

Com informações da Assessoria de Imprensa da SCGE

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