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Localfrio anuncia novo CEO

Marcelo Schmitt CEO Localfrio NOV 2017O engenheiro naval e administrador de empresas Marcelo Schmitt é o novo CEO da Localfrio, empresa que há mais de 60 anos presta serviços em logística especializada nos principais portos e centros de distribuição do Brasil, incluindo o Complexo Industrial Portuário de Suape. Com mais de 25 anos de carreira desenvolvida em diferentes países da América Latina e Europa, tanto na indústria quanto em Operadores Logísticos, o novo CEO tem 50 anos e retorna da Holanda onde ocupava até então a direção de Supply Chain e Procurement da Apollo Vredestein na Europa, tradicional empresa fabricante de pneus. Schmitt é também o atual presidente do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) no Brasil.

Com destacada atuação em operações logísticas em todo o Brasil graças à sua expertise em movimentação, manuseio, armazenagem e transporte de cargas secas e frigorificadas, a Localfrio terá o comando de Schmitt em um momento em que as exportações brasileiras estão registrando um reaquecimento importante, assim como uma esperada retomada da economia doméstica e importação em bens que requerem especialização como perecíveis, farmacêuticos e químicos.

“Estou muito contente em assumir o convite para liderar a Localfrio, uma empresa emblemática e líder no cenário portuário e logístico do País, e trazer minha experiência acumulada como embarcador no posicionamento de valor de excelência operacional e especialização que queremos oferecer aos nossos clientes. Nesses períodos de grandes desafios que o Brasil tem atravessado, estamos seguros de ser o parceiro certo na busca pela eficiência e serviços diferenciados que as empresas precisam para continuar vencendo e liderando”.  

Marcelo Schmitt é engenheiro naval formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) onde foi também professor convidado entre os anos de 2001 e 2016. Sua formação inclui ainda um MBA em Administração e Economia Empresarial na Fundação Getúlio Vargas.

O executivo passou por cargos de liderança em empresas nos setores automotivo, químico e farmacêutico, siderurgia, trading e operadores logísticos. Ocupou cargos de diretoria de supply chain e operações para o Brasil e América Latina na Goodyear, BASF , Gerdau e Noble , assim como de diretor superintendente na Elog Logística e diferentes cargos na Ipiranga Petróleo.

SOBRE A LOCALFRIO
A Localfrio opera há mais de 60 anos, de Norte a Sul, nos principais portos do Brasil. São sete unidades de negócios referência em todo o país, com profissionais especializados e tecnologia de ponta para soluções integradas e customizadas em movimentação, manuseio e armazenagem de cargas secas e frigorificadas, soltas e conteinerizadas, paletização, etiquetagem, estufagem, peação, além de planejamento e transportes. A empresa tem o know how e qualidade em todos os tipos de cargas, adaptando-se aos diversos segmentos, oferecendo serviços integrados em terminal alfandegado, armazém geral, transporte e armazém frigorífico.

*Com informações da Localfrio

Curiosidades: No Halloween, professor relembra histórias sobrenaturais do mundo dos mares

HalloweenPor Priscila D'arc

No dia 31 de outubro é celebrado o Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas. A data é bastante popular nos países do Hemisfério Norte, mas a cada ano, histórias macabras sobre casas abandonadas, fantasmas ou bonecas que acordam no meio da noite, ganham mais força no Brasil. De acordo, com o professor de História Everaldo Chaves, os mares também têm os seus mistérios. Quem navega diariamente pelos oceanos de todo o mundo, conhece histórias que envolvem navios fantasmas e até tripulações amaldiçoadas.

Os funcionários mais antigos do Porto de Suape revelam que, durante os 39 anos de existência do atracadouro, jamais viram ou ouviram relatos que indiquem a presença de registros dessa natureza. Fora de Suape, no entanto, o mundo dos mares é cercado de lendas que envolvem o “sobrenatural”.

Um dos casos mais conhecidos é do “Holandês Voador”. A embarcação foi até protagonista do filme Piratas do Caribe. Sua história gira em torno do mau comportamento do capitão Hendrick Van Der Deckene. Alcoolizado, ele desafiou os céus e foi amaldiçoado junto com a embarcação e sua tripulação. Desde então, todos eles vagam pelos mares do mundo sem poder atracar em nenhum porto.

Apesar da famosa embarcação mal-assombrada ser holandesa, quem é fã do terror marítimo deve sair do continente europeu e partir para o outro lado mundo. “Ao que tudo indica, as Filipinas possuem a maior concentração dessas histórias”, disse o professor Everaldo Chaves. Uma delas data do ano passado. Um Iate foi encontrado à deriva nas Filipinas. Dentro dele, havia um corpo sentado à mesa na sala de rádio do barco. O mais estranho é que o cadáver estava mumificado e não se sabe exatamente o porquê. Posteriormente, a múmia foi identificada como Manfred Fritz Bajorat, alemão que saiu em expedição há 20 anos pelo mundo e estava desaparecido desde então.

Em 2015, um navio foi encontrado à deriva na costa japonesa com toda a tripulação morta e seus corpos apodrecendo no convés. A única informação que se sabe sobre a embarcação é que pode ter origem norte-coreana, já que restos da bandeira do país foram encontrados junto aos corpos. Entre os anos de 2013 e 2015, o Japão registrou o aparecimento de 157 barcos-fantasmas e sem tripulação.

No Brasil, a vasta costa litorânea carrega mais de 20 mil navios naufragados e que dão margens à criatividade dos marinheiros. O caso mais recente é do barco Baraka, que apareceu misteriosamente na praia do município de Cedral, a 193 km de São Luís, capital do Maranhão. O número do registro da embarcação é a única informação que se tem sobre o Baraka e que está ajudando a marinha nas investigações sobre a origem do barco que até então não foi identificada. A identidade da tripulação também é desconhecida.

Os mistérios do mar não param por aí, podendo chegar até os portos. “O antigo Estaleiro de Shalom, no Porto de Itaqui (MA), é o caso mais conhecido de uma região portuária brasileira mal-assombrada”, destacou o professor Everaldo. As instalações do Estaleiro de Shalom foram abandonadas por problemas financeiros e a empresa foi obrigada a fechar. Um navio de contêiner em construção permanece no local até hoje e alimenta a criatividade de quem passa pela região. No Youtube é possível encontrar vídeos com relatos de pessoas que acreditam escutar gritos e barulhos que vêm da embarcação.

A revista Mundo Estanho fez uma publicação sobre os casos mais assustadores de navios-fantasmas. No texto, o professor Alexandre Monteiro, especialista no tema e professor do Instituto de Arqueologia e Paleocênicas da Universidade Nova Lisboa, afirma que, com o tempo, a expressão "navio-fantasma" ganhou vários significados. No caso das embarcações que são encontradas sem tripulações, pode ser o resultado de alguma rebelião, ataques ou até epidemias. Com ou sem evidências, ninguém sabe ao certo o que leva esses navios a estarem abandonados navegando sozinhos por aí.

Sereias, sirenas e nereias
Metade mulher e metade peixe, as sereias são comumente conhecidas como criaturas que enfeitiçam marinheiros com seu canto para depois matá-los. Segundo o professor Everaldo Chaves, sobre o ser mitológico existe uma grande confusão. A palavra “sereia” ou “sirenas” na verdade era a forma na mitologia grega de chamar as mulheres-pássaros, que com metade do corpo de pássaro eram conhecidas como assassinas.

“As mulheres que tinham um corpo de peixe eram as nereias, as ninfas do mar, que hoje chamamos de sereias. Na maioria das vezes, as nereias são retratadas como mulheres mesmo, com pernas, que vivem nuas nos mares e nos rios, mas em algumas ocasiões começaram a ser conhecidas com cauda de peixe, ou pelo menos os pés com esse formato”, explicou.

A confusão acontece, pois as nereias eram tidas como mulheres bonitas e que possuíam um canto belíssimo como as sirenas, porém não mortais. “A diferença mais comum do canto das sereias para as sirenas é que as sereias (ou nereias) utilizavam apenas a própria voz para cantar e acalmar ou enfurecer as ondas, já as sirenas utilizam-se de liras e harpas e cantavam apenas para matar os humanos. As sereias (ou nereias) são filhas da oceânica Dóris com o deus Nereu, o ancião dos mares. Pouca gente conhece esse deus, ele é anterior a Poseidon”, concluiu Everaldo.

Jeep Compass completa um ano e chega ao mercado argentino por Suape

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Por Jéssica Lima

Mais um produto 100% pernambucano chega com destaque ao mercado externo. O Jeep Compass, terceiro modelo fabricado na unidade da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), no Polo Automotivo de Goiana, completou um ano do início de sua produção e começou a ser comercializado em larga escala na Argentina há algumas semanas. Os veículos saem pelo Porto de Suape com destino ao Porto de Zárate, nas cercanias de Buenos Aires, capital do país vizinho.

A montadora utiliza o atracadouro pernambucano como porta de saída de suas mercadorias desde 2015, quando outros veículos da marca começaram a ser exportados para países como a Costa Rica, Panamá, Peru, Uruguai e Chile. Em um ano, desde o início de sua fabricação em Pernambuco, 45 mil unidades já foram vendidas. O modelo é a aposta da montadora no mercado de utilitários esportivos.

O mix de carros da FCA é responsável por 82,9% de todas as operações de veículos no Porto de Suape. Em 2017, a montadora já embarcou mais de 40 mil veículos com destino ao exterior. As demais movimentações acontecem com veículos das montadoras GM, responsável por 2,8% das operações, Toyota (13,4%) e Volkswagen (0,9%).

De janeiro a setembro de 2017, já passaram por Suape 53.610 veículos. O número já supera em 42% o número de carros que circularam no atracadouro em todo o ano de 2016, quando 37.843 unidades foram movimentadas.

RENEGADE NO MÉXICO

Em abril deste ano, a Jeep iniciou uma nova estratégia de mercado com exportações para o México do Jeep Renegade, também fabricado em Goiana (PE). O sucesso e o crescimento contínuo dessas operações portuárias está atrelado diretamente à capacidade que o Porto possui para receber esses carros e abrigá-los em uma área com infraestrutura adequada.

Em 2014, Suape ampliou o Pátio Público de Veículos de 3,7 para 18,7 hectares e capacidade para movimentar 250 mil veículos por ano. Mais de 70 pessoas estão envolvidas em todo o processo de logística na movimentação deste tipo de carga, incluindo profissionais da administração do Complexo de Suape, órgãos anuentes, trabalhadores portuários do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) Suape e empresas de logística. Atualmente, a administração realiza um estudo de viabilidade para o arrendamento do pátio de veículos. A licitação deverá ocorrer em meados do ano que vem.

Movimentação de cargas no Porto de Suape registra melhor marca do ano

Foto navio entrandoPor Jéssica Lima

O Porto de Suape fechou o mês de setembro com a melhor marca na movimentação de cargas de 2017. O atracadouro, que é reconhecido por sua liderança nacional na movimentação de granéis líquidos e na movimentação de cabotagem, apresentou crescimento de 9% nas suas operações. No período, foram 2.118.030 de toneladas de produtos, ante 1.942.437 de toneladas em setembro de 2016. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Este resultado foi impulsionado pela movimentação dos granéis líquidos, com 1.608.550 toneladas dos produtos que chegaram e saíram por Suape. O alcance representou o crescimento de 3% em relação a setembro de 2016, quando este tipo de carga registrou 1.552.997 de toneladas. Também a melhor marca de 2017.

Dentro deste grupo de cargas, os combustíveis Diesel S-10 (451.404 de toneladas) e o Diesel S-500 (41.298 de toneladas), que somados representam 492.702 de toneladas, foram os produtos mais movimentados. As mercadorias em questão atendem ao mercado nordestino.

Já o petróleo, segunda carga mais movimentada no porto, apresentou crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Foram 464.797 de toneladas em setembro de 2017, ante 356.932 de toneladas no mesmo mês de 2016. O petróleo tem como destino a Refinaria Abreu e Lima. Outras cargas, como o óleo combustível, a gasolina, o etanol e o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), complementam a lista.

ACUMULADO

No total, até setembro de 2017, o porto alcançou a movimentação de 16.714.780 de toneladas, mantendo a 5ª posição entre os portos públicos de maior destaque na movimentação nacional. As principais operações continuam sendo as de cabotagem, com 10.927.410 de toneladas, seguidas pelas importações com 4.673.677 de toneladas e as exportações com 1.113.694 de toneladas.

VEÍCULOS

As operações de importação e exportação de veículos pelo Porto de Suape continuam em plena expansão. As montadoras apostam cada vez mais no transporte marítimo para movimentar seus carros. O crescimento já chega a alcançar a marca de 61% apenas em setembro. Foram 7.321 veículos no mês passado, superando a marca de 4.544 carros em setembro de 2016. Ao longo de todo o ano, já passaram por Suape 53.611 unidades. De janeiro a setembro a alta é de 42% em relação ao mesmo período do ano passado.

CONTÊINERES

Com o final do ano se aproximando, a movimentação de contêineres tem apresentado crescente circulação no porto. O índice de aumento chegou a 28% só em setembro, com 39.435 TEUs registrados, número maior que o apurado no mesmo mês de 2016 quando 30.752 TEUs foram registrados. No acumulado do ano (janeiro a setembro), o aumento é de 21,9% em relação aos mesmos meses de 2016. 

Portos do Açu e de Suape firmam parceria estratégica

 

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Dois dos maiores complexos industriais portuários do Brasil, os Portos de Suape (PE) e do Açu (RJ), formalizaram, nesta sexta-feira (27), um acordo de cooperação técnica para promover a troca de informações e experiências. O acordo foi firmado, durante a manhã, na sede do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca (PE), e contou com a participação de diretores das duas empresas.

“Estamos muito felizes em iniciar a parceria com o Porto de Suape. Além de possibilitar o desenvolvimento de iniciativas comerciais em conjunto, ela poderá contribuir com o desenvolvimento do país, pois integra dois dos principais mercados brasileiros: o Sudeste e o Nordeste”, explicou José Magela, presidente da Prumo Logística, empresa que opera e desenvolve o Porto do Açu. O diretor de diretor de Regulação e Sustentabilidade, Eduardo Xavier, representou o presidente na assinatura do acordo.

O presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Marcos Baptista, corroborou a importância da parceria. “A assinatura deste memorando é o passo inicial para realizarmos estudos conjuntos sobre o setor portuário, parcerias comerciais, troca de experiências de gestão, entre outras possibilidades, considerando que um porto é entrada para o Nordeste e outro para o Sudeste”, salientou.

Entre as possíveis sinergias previstas com a parceria entre os dois complexos, está o desenvolvimento de infraestrutura portuária. Além de compartilhar dados estratégicos sobre a movimentação de cargas dos dois portos, será possível também que o Porto do Açu seja fornecedor de GNL, via cabotagem, para o complexo pernambucano.  

Conheça o Porto do Açu
Localizado em São João da Barra, no norte do estado do Rio de Janeiro, o Porto do Açu conta com terminais portuários em áreas onshore e offshore, além de uma extensa retroárea com 90 km² para receber indústrias de diversos setores. Em operação desde 2014, no 1º semestre deste ano o Açu foi o 4º terminal privado em movimentação de cargas (dados Antaq). O número representa um marco para o empreendimento que, em 2015, estava na 15º posição.
A área offshore é dedicada à movimentação de minério de ferro e petróleo. Em operação desde outubro de 2014, o terminal exporta minério para a Anglo American e já movimentou mais de 37 milhões de toneladas. Neste terminal também está localizado o Terminal de Petróleo (T-OIL), parceria com a alemã Oiltanking, já em operação e que possui capacidade para movimentar 1,2 milhão de barris de petróleo por dia. Com atuais 25 metros de profundidade em seu acesso marítimo e berços, o terminal pode receber navios capesizes e VLCCs.

A área onshore está instalada no entorno de um canal para navegação com 6,5 km de extensão, 300 metros de largura e até 14,5 metros de profundidade. As empresas TechnipFMC, NOV, InterMoor, Wartsila, Edison Chouest e BP Prumo (parceria da Prumo com a BP, e que comercializa combustível marítimo) já estão operando suas unidades no terminal. Além disso, também é nesta área que está localizado o Terminal Multicargas, com capacidade para movimentar 4 milhões de toneladas por ano (entre granéis sólidos e carga geral). Atualmente, o terminal já realiza a movimentação de bauxita, coque, carvão e carga geral, entre outros.

Conheça o Porto de Suape
O Complexo Industrial Portuário de Suape é um dos melhores ambientes de negócios do país e um dos principais portos públicos brasileiros, sendo hub port para as regiões Norte e Nordeste. Localizado no munícipio de Ipojuca, em Pernambuco, está situado a 40 quilômetros da capital Recife. Com 38 anos de existência, Suape conta com mais de 100 empresas instaladas e em processo de implantação em seu território de 13,5 mil hectares. Esses empreendimentos somam mais de R$ 50 bilhões em investimentos privados, empregando um total de 18 mil trabalhadores diretamente.

O Porto de Suape está conectado aos principais atracadouros do mundo. Em 2016, contabilizou 22,74 milhões de toneladas de cargas movimentadas, encerrando o ano com crescimento de 15% em relação a 2015. Essa taxa foi a maior entre os 10 principais portos públicos do país, o que alavancou Suape para a 5ª posição no ranking nacional de movimentação de cargas.

Ao longo dos anos o Porto de Suape vem se consolidando como movimentador de granéis líquidos (óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo, etc.) e manteve a liderança nacional na movimentação desse perfil de carga em 2016. Os granéis líquidos aumentaram 21,8% em relação a 2015, alcançando a marca de 17,28 milhões de toneladas. Essa carga é responsável por 76% de toda movimentação no Porto de Suape.

Liderando a movimentação de contêineres na região Nordeste, Suape registrou 21,9% de crescimento em TEUs no acumulado de janeiro a setembro, comparando-se com o mesmo período de 2016. As operações de importação no Terminal de Contêineres Suape (Tecon Suape), operado pelo grupo ICTSI, têm crescido, assim como a capacidade da oferta de navios e a diversificação na armazenagem de cargas.

 



 

 

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