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I Workshop de Segurança Operacional do Porto de Suape reúne comunidade portuária

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O Complexo Industrial Portuário de Suape realizou o I Workshop de Segurança Operacional, com o tema Granéis Líquidos e Riscos Associados, nesta quinta-feira (24/10), no auditório do Centro Administrativo. O evento reuniu mais de 120 pessoas da comunidade portuária e das empresas localizadas no Porto de Suape. A programação foi realizada em parceria com representantes dos terminais de granéis líquidos e gases do porto organizado que apresentaram a segurança e os riscos da operação de cada produto.

Durante a abertura, o gerente de Engenharia de Projetos e Processos de Suape, André Rafael Cavalcanti, explicou a importância de fazer um evento reunindo terminais e usuários do porto para falar sobre os procedimentos de segurança nas operações de combustíveis, produtos químicos, gases e derivados de petróleo. "Nosso objetivo é multiplicar as principais normativas e políticas operacionais para realização de atividades na área primária do Porto, refletindo em menores riscos de acidentes e na segurança geral", disse. Em Suape, a movimentação de granéis líquidos e gases representa 75% de toda carga que passa pelo porto.

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Pela manhã, a primeira apresentação foi sobre os procedimentos operacionais de segurança no porto, ministrada pela engenheira de segurança do trabalho e coordenadora-executiva da Diretoria de Gestão Portuária de Suape, Sandra Oliveira. Em sua fala, a engenheira explicou que o objetivo de adotar esses procedimentos visa minimizar os riscos de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, proteger a integridade do trabalhador e do patrimônio do Porto. "A área portuária é considerada como local de risco por ter movimentação de produtos com alto grau de periculosidade. É importante e extremamente necessário o uso de todos os EPIs dentro do Porto Organizado", explicou.

Em seguida, os representantes do grupo Temape (Terminais Marítimos de Pernambuco) Maurício Penna Neto, gerente de operações, e Esdras Santana, técnico de segurança do trabalho, abordaram questões sobre a dutovia da empresa e as substâncias diesel S10 e etanol. Na sequência, Débora Batista, coordenadora comercial da Compesa, e Davidson Ribeiro, técnico operacional da companhia falaram sobre a infraestrutura de dutos e riscos da Compesa. O encerramento das apresentações da manhã coube a Roney Ramirez, gerente de segurança, meio ambiente e saúde da Arlanxeo, com abordagem sobre a dutovia da empresa e o produto butadieno.

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À tarde, os pontos de operação e faixa de servidão da Decal foram a temática da apresentação do técnico de segurança Roberto Almeida. Para falar sobre a dutovia e substâncias químicas do terminal da Ultracargo, foi convidado o coordenador de operações César Lima. Já Pedro Silva, coordenador de segurança do trabalho, e Washington Silva, coordenador de manutenção da Pandenor, explanaram sobre a dutovia da empresa e os produtos gasolina tipo a e querosene de aviação. A Petrobras enviou os representantes Cristiana Louro e Décio Louro, técnicos de faixa de dutos master da Transpetro, para falarem sobre ações de terceiros, dutovia e Gás Natural Veicular (GNV), finalizando as apresentações do workshop.

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Encerramento da Semana Compliance: palestras propõem reflexão sobre ética no ambiente corporativo

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Três dias de treinamento, palestras, aprendizado e muito debate. Esse foi o saldo da Semana Compliance, programação realizada pela Empresa Suape e encerrada na manhã desta sexta-feira (18/10), com o objetivo de trabalhar junto aos colaboradores as políticas do Programa de Integridade da Empresa Suape. Os convidados do último dia foram Margarida Smitch, Compliance Officer da Odebrecht Engenharia e Construção; Sandra Vespasiano, especialista em compliance e gestão de risco, e Álvaro Pinheiro, coordenador de sistemas da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco.

"O compliance é o setor onde o colaborador deve encontrar acolhimento. É preciso deixar claro se determinada postura pode ou não ser adotada, mas devemos sempre aproximar as pessoas". A afirmação foi da palestrante Margarida Smitch, que reforçou a importância do setor para o clima organizacional das instituições. "Hoje, já se entende que todos os colaboradores da empresa possuem responsabilidades e não apenas os líderes, fortalecendo assim o conceito de cidadania corporativa", reforçou.

A compliance officer também detalhou os desafios vivenciados na companhia. "Meu grande desafio foi convencer os líderes de que o compliance não é detrator de deficiências e sim uma área de prevenção de riscos e proteção da companhia. É como dirigir numa estrada com neblina, chuva e curvas em um carro alemão que acabou de sair da revisão com tudo perfeito ou estar em um carro que você não sabe que horas o pneu vai furar. Quanto melhor a sua estrutura de gestão de risco, melhor a condução do processo", defendeu.

Sandra Vespasiano, especialista em compliance e gestão de risco do Centro de Formação Corporativa dos Servidores do Estado de Pernambuco (Cefospe), trouxe a visão da consciência ética para o encontro. "Precisamos ter um equilíbrio entre hierarquia e autoridade, competência técnica e decisão política. É preciso mudar comportamentos e fazer refletir sobre a importância de seguir as regras para ter o mundo dos negócios com ética", concluiu.

Inteligência Artificial

A Inteligência artificial e as resoluções de problemas nas organizações com foco no compliance foi o tema trazido pelo coordenador de sistemas da PGE, Álvaro Pinheiro. "A inteligência artificial é um caminho sem volta. Áreas que lidam com um grande volume de leis e regulamentos dependem muito da capacidade dos seus times de se manterem em constante processo de aprendizado para se adequar às novas regras. A inteligência cognitiva de novas plataformas de computação pode ajudar nesse sentido", disse.

Segundo Álvaro, a tecnologia é capaz de facilitar o trabalho das equipes e tem potencial para tornar ainda mais estratégica a operação das áreas, principalmente a jurídica e o compliance. "Com o suporte dessa nova tecnologia de computação cognitiva, as áreas de compliance ou controles internos, poderão acessar e revisar um volume exponencial de documentos com precisão e velocidade incríveis", pontuou.

Projeto SuapeGEO vai usar tecnologia SIG na gestão territorial do Complexo

demostração da imagem do visualizador do mapa na web divulgação SuapeGEO

A gestão territorial de Suape e sua complexidade será um dos temas do Encontro de Usuários ESRI Brasil 2019, maior evento online do país sobre a plataforma SIG (Sistema de Informações Geográficas) ou, em inglês, GIS (Geographic Information System). A administração de Suape está implantando uma nova tecnologia de gestão de informações geográficas e estatísticas chamada de Projeto SuapeGEO, que será apresentada nesta quinta-feira (17), em São Paulo, com transmissão em tempo real pela internet para a América Latina e inscrição gratuita pelo site euesri.com.br.

"O objetivo da apresentação será mostrar os desafios de como fazer com que a tecnologia apoie a integração entre as empresas e o porto, entre as empresas e as pessoas e entre as pessoas e o porto. Ou seja, auxiliar nas demandas diárias de informações geográficas desse grande ecossistema", explicou o especialista em geotecnologia e coordenador de Informações Territoriais de Suape, Gleidson Dantas, que fará a apresentação no EU Esri 2019.

O SuapeGEO vai unir várias tecnologias como geoprocessamento e geolocalização, entre outras, consolidando informações sobre o território e sobre a dinâmica de como esse território atua entre os diversos atores. Um dos ganhos será o reconhecimento e a caracterização do espaço geográfico mais precisos. Tudo isso será disponibilizado num sistema na web, em software desktop e em aplicativos para celulares, permitindo fornecer informações geográficas em grande escala, coletar dados em campo, além de processar dados geográficos com maior solidez e velocidade, apoiando os estudos e análises sobre o território.

O sistema terá um grande banco de dados com imagens de satélites, dados cartográficos, fotográficos, digitais e planilhas. A utilização do SIG, aliado com imagens de satélites diárias, será muito eficaz no combate ao desmatamento e invasão das áreas de proteção ambiental. "Por meio da análise das imagens orbitais vamos perceber qualquer impacto maior do que 81 metros quadrados no território e, em seguida, vamos detalhar esses fatos por meio de imagens coletadas com drones que serão capazes de caracterizar as situações registrando centímetros do solo. Podemos analisar as imagens integradas e ver como está sendo a ocupação do solo, o que está acontecendo dentro de uma área de interesse e como ela mudou ao longo do tempo", esclareceu.

Um dos desafios da apresentação no EU Esri 2019 será a caracterização da complexidade do território de Suape em suas diversas dimensões: histórica, ambiental, cultural, econômica e social. "Pretendemos mostrar como a tecnologia de geoinformação, por meio do SIG, poderá auxiliar na consolidação de dados de interesse comum sobre o território e sua dinâmica espacial, e como esses conteúdos serão compartilhados entre os diversos atores que constituem a comunidade do Complexo, apoiando, desse modo, as tomadas de decisão e os fluxos operacionais desses atores", concluiu Gleidson Dantas.

O Projeto SuapeGEO já está em desenvolvimento e deve ser lançado no início do próximo ano. Num primeiro momento, a plataforma será alimentada com os dados já disponíveis de diversas áreas, tais como: ambiental, dados relativos ao Plano Diretor e ao zoneamento territorial, dados das empresas instaladas, entres outras informações, que ficarão disponíveis para acesso por meio do sistema web. Na segunda fase, haverá um mergulho mais detalhado nos processos de negócios de cada diretoria da empresa Suape para compreender o seu funcionamento e identificar como o SIG poderá ajudar em seus fluxos de trabalho.

EU Esri Brasil 2019 - O Encontro de Usuários Esri Brasil 2019 acontece no dia 17 de outubro, a partir das nove horas, com transmissão online gratuita. É um evento para quem acompanha as novidades da plataforma ArcGIS e todos que buscam conhecer as últimas tendências de tecnologia e mercado. É uma versão brasileira do encontro de usuários que acontece todos os anos em San Diego, nos Estados Unidos, e que reúne mais de 18 mil pessoas.

Semana compliance: segundo dia de palestras aborda governança nas estatais e ética nas redes sociais

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Os desafios da governança vivenciados pelos gestores públicos nas estatais e dicas de condutas éticas sobre o uso adequado das redes sociais foram os temas abordados no segundo dia da Semana Compliance de Suape. O encontro, realizado na manhã desta quarta-feira (16/10), no auditório da Empresa Suape, integra a programação de palestras e treinamentos realizada com o objetivo de trabalhar junto aos colaboradores as políticas do Programa de Integridade. O presidente do Complexo de Suape, Leonardo Cerquinho, fez a abertura do encontro dando as boas-vindas aos colaboradores e ao convidado especial do dia, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Bruto.

Em sua fala, Cerquinho defendeu a boa relação da Unidade de Compliance com os demais setores da empresa. "Não quero que a empresa veja o Compliance como algo hostil. Nossa intenção é seguir com bons propósitos, acreditando na boa fé de todos. Queremos integrar a condução de bons processos internos a um departamento de Compliance amigo, fazendo com que a empresa atinja toda a sua produtividade e tenha a eficiência e segurança necessárias para fiscalizações e auditorias" reforçou.

O secretário Marcelo Bruto trouxe para a discussão o tema "Implementação de Mecanismos de Governança e Compliance nas Estatais". Marcelo atuou, entre janeiro de 2017 e junho de 2018, como vice-presidente de Suape. "É uma satisfação ver a evolução desse processo de governança iniciado no começo de 2017, quando eu era vice-presidente da empresa. A época coincidiu com a implantação da Lei nº 13.303/2016 que trazia tantas novidades. Foi um grande processo de aprendizado pessoal e profissional com a implantação desse novo sistema de governança na estatal", relembrou Marcelo.

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"O sistema de governança está preocupado em como você deve melhorar a qualidade das decisões. Esse é o grande desafio das novas gestões. O compliance deve ser visto dentro do conceito de governança que surgiu na década de 70 e vem sendo cada vez mais introduzido na administração pública. É focar na estratégia de longo prazo e avaliar como os executivos e a empresa estão agindo para melhorar o seu desempenho, focando sempre nas estratégias", explicou Bruto.

A apresentação sobre "Os 10 passos de conduta ética nas Redes Sociais", ministrada pela ouvidora de Suape, Giselle Conde, e pela social media e colaboradora da empresa, Priscila D'arc, também despertou a atenção da plateia. "É preciso estar atento ao conteúdo compartilhado e curtido. Também fiquem atentos ao contexto das fotos, pensando sempre na segurança das informações compartilhadas. É preciso entender a importância das redes sociais e como a sua postura está diretamente relacionada ao seu trabalho", comentou Priscila.

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Interatividade

No final da programação, o conteúdo ministrado nas palestras foi testado em um jogo interativo, em tempo real, onde os colaboradores responderam a perguntas em seus celulares. A colaboradora Thacia Joana, da Diretoria de Planejamento e Gestão, atingiu a maior pontuação e foi premiada com o livro Ética e vergonha na cara, de Clóvis de Barros Filho e Mário Sérgio Cortella.

Semana Compliance de Suape: primeiro dia aborda os temas ética e integridade

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Com o objetivo de trabalhar junto aos colaboradores as políticas do Programa de Integridade da Empresa Suape, começou, nesta segunda-feira (14/10), a Semana Compliance. Nesse primeiro dia, a programação teve como destaque a palestra "Jornada Épica: Ética e Integridade", ministrada por Aurora de Barros, advogada e tutora de Cultura em Compliance do IPRC Brasil, junto com Hélio Pereira, especialista em Processos de Negócios. A agenda segue nos dias 16 e 18 de outubro, abordando temas como inteligência artificial, ética, integridade e mecanismos de governança, sempre mesclando debates e atividades interativas.

Na abertura do encontro, a coordenadora da Unidade de Compliance, Fabiana Maranhão, detalhou que a agenda foi pensada para treinar os colaboradores sobre o vasto conteúdo que envolve os temas compliance e governança. "Durante estes três dias seremos convidados a ampliar nosso conhecimento nesses temas tão importantes para a nossa vida pessoal e profissional. O compliance agrega valores éticos e princípios morais e foi criado com o objetivo de facilitar o cumprimento de normas e buscar uma robusta cultura ética na empresa", pontuou.

"Não é só a alta direção que deve conduzir e exigir as boas práticas. Os colaboradores são os grandes condutores dessa jornada. É um processo natural que precisa ser incorporado para que todos tenham a consciência de que são agentes do Programa de Integridade", diz Aurora, que idealizou a metodologia Compliance 123, visando facilitar a implementação dos processos de gestão essenciais aos programas de integridades das empresas. Segundo ela, comunicação e treinamento são imprescindíveis para que as regras sejam realmente incorporadas no cotidiano das pessoas e seguidas à risca. "Quando a empresa tem um programa de integridade, temos uma mensagem clara do que a organização quer fazer, como ela quer se relacionar e principalmente como ela quer ser vista" reforçou.

"Para haver uma mudança de cultura numa organização é preciso um tempo mínimo de dois a quatro anos. É preciso entender que carregamos crenças e gastamos muito tempo tentando afirmar nossas crenças pessoais. Perde-se muito tempo com isso. É prejudicial. É benéfico ouvir e conhecer novas políticas e buscar quebrar velhos paradigmas. Só traz ganhos para o colaborador e a organização", pontua Hélio.

Interatividade

No final da programação desta segunda-feira (14/10), a Unidade de Compliance promoveu um jogo interativo, em tempo real, onde os colaboradores responderam a perguntas em seus celulares. "Testar nossos conhecimentos logo após receber tanto conteúdo foi muito bom. Acabou por fixar ainda mais a mensagem que recebemos. Ser compliance é absorver as políticas da empresa e praticá-las. É o principal papel de cada colaborador vivenciado no cotidiano da empresa", declara a coordenadora de Recursos Humanos, Aline Campos.

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