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Estagiários conhecem projetos de Suape na Semana de Meio Ambiente

|    Meio Ambiente

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Por Jéssica Lima
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O terceiro dia de atividades da Semana de Meio Ambiente do Complexo Industrial Portuário de Suape contemplou os estagiários que compõe o quadro da empresa. A programação da última quarta-feira (20) foi exclusivamente voltada para os jovens que atuam em todos os setores do centro administrativo e colaboram em diversas diretorias. Durante a programação, foi promovido um passeio para conhecer o Viveiro Florestal de Suape e o Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti, equipamentos importantíssimos para o Complexo.

Os passeios foram conduzidos pelo biólogo da Coordenadoria de Educação Ambiental da Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, José Ricardo Barbosa. “Pensamos numa programação especial para todos tentando encaixar locais que possam mostrar o território de Suape. Nosso objetivo foi apropriar esses estudantes do valor sociocultural do Parque Metropolitano Armando Holanda que abriga monumentos históricos de Pernambuco e apresenta-los a magnitude do Viveiro Florestal”, pontuou, Ricardo.

Ingrid Beatriz da Conceição estagiária de designer da Coordenadoria de Comunicação, ressaltou que conhecer os dois locais trazem um novo olhar sobre o trabalho exercido no cotidiano. “Quando passamos a conhecer as iniciativas e projetos de Suape ao vivo temos ideia da imensidão e da responsabilidade da empresa. Em meus trabalhos futuros e na criação das artes que construo terei uma nova perspectiva”, comentou.

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Viveiro Florestal

O viveiro foi construído para atender às demandas dos projetos de restauração florestal do território de Suape e também é utilizado nas aulas práticas do curso de educação ambientação desenvolvido pela Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

A produção anual do viveiro é variável, apresentando capacidade para produzir até 450 mil mudas por ano. Seguindo os princípios da Ecologia da Restauração, só são produzidas espécies nativas da Mata Atlântica, em que as sementes são coletadas de árvores matrizes localizadas em fragmentos de mata no entorno da empresa. São produzidas em torno de 75 espécies, dentre espécies de cobertura e de diversidade, promovendo o recobrimento mais rápido do solo e garantindo a estabilidade ecológica das áreas a serem recuperadas.

Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti
A proteção municipal do Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti foi instituída pelo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Cabo de Santo Agostinho, Lei Municipal N° 2.360, de 29 de dezembro de 2006, e também pelo Plano Diretor de Suape (Decreto Estadual N°37.160/11).

HISTÓRIA
Documentos históricos que remetem aos tempos dos Novos Descobrimentos, a exemplo da narrativa do historiador espanhol Herrero, descrevem que em 26 de janeiro de 1500, o espanhol Vicente Yañes Pizon, foi o primeiro navegador europeu a ancorar em terras brasileiras, antecedendo em três meses o português Pedro Álvares Cabral. Pinzón acompanhado por Diogo Lopez, cruzaram mares sob os auspícios dos reis católicos D. Fernando e D. Isabel, e ao alcançarem essas terras, em homenagem à protetora das embarcações, a nomeou de ‘Santa Maria de la Consolatión’.

A expedição que percorreu detidamente o território brasileiro e determinou suas latitudes foi a armada de Américo Véspúcio (1501-1502), que em suas cartas à Corte, descrevia o Cabo de Santo Agostinho como o acidente geográfico de maior importância para os navegantes do século VXI, em suas rotas no Atlântico Sul. O Cabo logo se tornou um dos lugares mais conhecidos dos pilotos que buscavam os caminhos das índias orientais e do Brasil desde o século XVI. Nenhum mapa deste período deixava de mencionar este acidente geográfico.

Com a ocupação portuguesa e a exploração das terras com a monocultura da cana, rapidamente o porto natural de Suape se transformou em ponto importante para o escoamento do açúcar. Desde a instalação de engenhos na região que lá aconteciam o carregamento e descarregamento das embarcações, das mercadorias que chegavam e do açúcar que saía, registrando-se algumas casas onde se instalavam agente de negócios.

A excelente localização do Porto e sua utilização anterior fizeram com que os luso-brasileiros, em 1630, com a perda de Recife e de Olinda para as armas da Companhia das Índias Ocidentais, estabelecessem em Suape seu ancoradouro principal. Ali era feito o embarque do açúcar para o Reino, e por ali era abastecida a Capitania em armas e munições, em obediência ao Conselho Ultramarino, que mais tarde determinaria que os navios que partiam de Portugal com destino a Pernambuco viessem direto ao Porto de Nazaré. Esses motivos fizeram do Porto de Suape e toda a região do Cabo, depois do Recife, a área mais fortificada de Pernambuco.

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