| Publicada em 24/9/2008 às 11:38:49 |
| Destino de Resíduos sólidos oleosos dos navios é debatido em Suape |
Qual o destino dos resíduos oleosos produzidos na queima de combustíveis dos navios? Esse foi o tema da palestra ministrada pela engenheira química e técnica da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a CPRH, Graça Cruz, no auditório do Centro Administrativo de Suape.
Assim que um navio atraca no porto, uma empresa contratada pelo armador retira os resíduos químicos acumulados na embarcação. Águas oleosas e borra de combustível naval são recolhidas e lançadas, muitas vezes, de maneira inadequada em cursos d’água e no solo, em áreas fora da administração portuária.
Segundo a engenheira, as empresas contratadas para realização desse tipo de atividade devem ser licenciadas pela CPRH e autorizadas pelos portos. Além disso, deve existir uma fiscalização constante nos próprios navios, no transporte, acondicionamento e na destinação final dos resíduos.
“Para as empresas é interessante recolher o óleo e a borra de combustível, porque tem alto valor comercial, e é reutilizado na queima em caldeiras de industrias. Por outro lado, as águas oleosas não possuem valor algum e freqüentemente são descartadas sem receber tratamento” explica a engenheira química.
O coordenador executivo de Meio Ambiente de Suape, Paulo Gomes, ressaltou a importância da integração entre os portos do Estado e seus núcleos ambientais. “A idéia de realizarmos parcerias e troca de experiências é estimulante, o trabalho será realizado de maneira mais eficiente” disse o coordenador.
Ascom Suape - Postada em 24.09.08
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