Atender às necessidades do mercado sem esquecer de priorizar a responsabilidade social é uma desafiante tarefa para as grandes empresas, atualmente. As atividades econômicas aliadas à conservação ambiental e ao desenvolvimento social compõem o novo perfil de responsabilidade empresarial.

No Brasil, as grandes empresas já prevêem em seus orçamentos recursos a serem aplicados em fundações de responsabilidade social, na perspectiva de garantir o crescimento da imagem da instituição frente à sociedade e proporcionar a crianças, jovens e adultos, menos privilegiados, uma melhor qualidade de vida.

O Complexo Industrial Portuário de Suape, que se encontra atualmente numa situação privilegiada frente a todos os processos de desenvolvimento da região, assume sua responsabilidade social não permitindo que moradores da sua área de 13.500 hectares, sofram com o impacto do desenvolvimento que vem se implantando ao longo de 26 anos de sua existência. Com isso, Suape comprova que é possível contribuir para melhoria da qualidade de vida e para a sustentabilidade da sociedade sem deixar de garantir o crescimento em nível de mercado

Veja as ações voltadas para o social que estão em andamento:

- Capacitação profissional
- Infra-estrutura educacional
- Doação de roupas e alimentos


Capacitação profissional

Em parceria com a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, a Empresa Suape disponibiliza a seus colaboradores cursos de qualificação e o Telecurso 2000. As aulas são ministradas em quatro locais nos municípios do Cabo de Santo Agostinho (Agência do Trabalho e Centro de Formação Profissional) e de Ipojuca (Condomínio de Cursos e Centro de Treinamento do Porto de Suape).

Inicialmente, a meta era oferecer aos funcionários, terceirizados e moradores locais oportunidade de conclusão do ensino médio, através do Telecurso 2000. Com o sucesso das primeiras turmas, a Empresa Suape teve a iniciativa de expandir o processo de qualificação e firmar uma nova parceria. Desta vez, com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, para através do SENAI promover cursos de capacitação profissional para residentes dos municípios do Cabo e Ipojuca.

No total, 832 profissionais de diversas áreas já foram formados, e, atualmente, mais de 1300 trabalhadores estão sendo capacitados. Essa capacitação é financiada com recurso do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecep), no total de R$ 1,4 milhão.

Em outra frente, a Superintendência de Gestão Fundiária e Patrimônio e a Superintendência Administrativa do Complexo de Suape viabilizaram 300 vagas para a educação formal através de uma parceria com a Secretaria de Educação e Cultura do Estado (SEDUC). A prioridade deste projeto educacional é colaborar com o acesso ao Ensino Fundamental I e II, e ao Ensino Médio de jovens e adultos fora de faixa para os ocupantes da área de 13.500 hectares do Complexo Industrial Portuário de Suape.

Paralelamente, o projeto de formação profissional disponibilizará, por meio de um convênio com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), a capacitação em auxiliar de garçom e cozinheiro auxiliar, nas unidades móveis do Senac, assim como, em manicure e pedicure, cabeleireiro, recepcionista, auxiliar de limpeza e jardineiro, ministrados no Centro de Treinamento de Suape (Cetreino).

Todas essas ações visam incentivar os moradores da região a participar de Projetos de Desenvolvimento Local com o objetivo de minimizar as questões sociais, dar a oportunidade de torná-los empreendedores autônomos como também capacitá-los para o ingresso no mercado de trabalho formal instalado no Complexo Industrial Portuário de Suape.

Novas Escolas

Um protocolo de intenções para a construção de duas escolas nos municípios do Cabo de Santo Agostinho e de Ipojuca, cidades onde está instalado o Complexo Industrial Portuário de Suape, foi assinado no primeiro bimestre de 2006. As escolas serão voltadas ao Ensino Médio e oferecerão duas mil vagas. O custo anual de manutenção dos colégios está estimado em R$ 3 milhões. A construção dessas unidades de ensino tem o apoio do Governo do Estado, da Associação das Empresas de Suape, das prefeituras do Cabo e de Ipojuca, e do Instituto de Co-responsabilidade pela Educação. Cada uma das escolas receberá R$ 1 milhão do Governo Estadual. Já as prefeituras e as outras instituições envolvidas investirão, juntas, mais de R$ 1 milhão.

Doação de Alimentos

Com a preocupação de atender às comunidades mais necessitadas da região do complexo industrial portuária, a Rexam, empresa instalada em Suape, entrou em contato com a administração do porto para que, através do seu compromisso com a responsabilidade social, fosse viabilizada a distribuição de cestas básicas e outros alimentos não-perecíveis, num total de cinco toneladas. Assim, foi acionada a Secretaria Executiva de Programas Sociais e Promoção Humana do Cabo de Santo Agostinho para serem indicadas as entidades que desenvolvem trabalhos junto à população carente.

A partir deste critério, a Secretaria Executiva selecionou a Associação dos Moradores da Vila Armínio da Paz (Vila do Lixão) e a Creche Casa de Maria, na Vila Claudete, para receberem as cestas. Os alimentos foram recebidos com muita felicidade pelos moradores das duas localidades. Foi a primeira vez que as 230 famílias do local receberam cestas básicas.

Na Vila Claudete, a recepção não foi diferente. As famílias já esperavam pela doação na Creche Casa de Maria, local escolhido para a distribuição, onde foram realizadas atividades educativas com as 210 crianças da localidade. Igualmente como na Vila Armínio, colaboradores da Rexam e de Suape estavam presentes, como também, autoridades do Cabo de Santo Agostinho.

Por sua vez, a administração de Suape parabeniza a iniciativa da Rexam, destacando que as empresas que se interessarem em ampliar esse trabalho social podem entrar em contato direto com a secretária Edna Gomes, para se informar sobre as comunidades mais necessitadas. Fone para contato: (81) 8801-1350.